Campanha de vacinação contra a gripe é antecipada e começa na próxima quarta-feira em todo o país, anuncia ministério

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima quarta-feira (10) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização, este ano, foi antecipada em cerca de 15 dias em relação aos anos anteriores, quando a campanha teve início na segunda quinzena de abril.

 

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, segundo o ministério, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.

 

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose, incluindo trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

 

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

 

Amazonas

 

No Amazonas, a vacinação contra a gripe começou no fim de março, com antecipação de 21 dias em relação às demais unidades federativas. A decisão, segundo a pasta, se deu em função da ocorrência de casos e óbitos por influenza desde fevereiro deste ano.

 

Em todo o ano de 2018, o Amazonas registrou 17 casos e três mortes por influenza, sendo um caso pelo vírus H1N1. Até meados de março deste ano, já foram notificados 666 casos suspeitos, sendo 107 confirmados para H1N1, além de 28 mortes também confirmadas pelo vírus.

 

A doença

 

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

 

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

 

Fonte: Agência Brasil

Militares retomam buscas por vítimas do acidente na ponte do Rio Moju, no Pará

Cerca de 90 militares estão envolvidos nas buscas por vítimas do acidente na ponte Rio Moju, retomadas às 6h20min deste domingo (7). A informação de que dois veículos de passeio teriam caído junto com a ponte, após uma balsa colidir com o oitavo pilar da estrutura na madrugada de sábado (6), foi repassada por uma testemunha. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso.

 

Atuam no local aproximadamente 30 militares do Corpo de Bombeiros do Pará e 60 da Marinha, incluindo os agentes que atuam como mergulhadores. A corporação paraense conta com três embarcações nas buscas, e a Marinha com cinco, incluindo a lancha hidrográfica sidescan, sonar que faz a varredura lateral e possibilita a verificação de destroços no leito do rio.

 

Nenhuma vítima foi encontrada até o momento. Novas informações sobre as buscas serão divulgadas no final do dia, após reunião de balanço que será realizada na sede do Comando Geral do Corpo de Bombeiros, em Belém, às 18h.

 

Fonte: Governo do Pará

Chuva deixa Teresina e mais 14 municípios piauienses em estado de emergência

Quatorze municípios do Piauí e a capital Teresina estão em estado de emergência, decretada pelo governo do estado, em função da forte chuva que tem elevado os níveis de rios, lagos e lagoas, resultando em alagamentos de casas e plantações e danos às estradas. A situação foi agravada nos últimos dias.

 

Em Teresina, pelo menos duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas. Moradores do bairro Parque Rodoviário, na zona sul da capital, foram surpreendidos por uma inundação, provocada pelo rompimento de um muro que represava água em um terreno que fica acima do nível das casas. A tragédia atingiu mais de 40 casas.

 

O governador Wellington Dias, que esteve no local da tragédia, pediu o apoio do governo federal, por meio do Ministério da Integração. Segundo ele, as equipes estaduais foram mobilizadas para reforçar o atendimento às famílias, com alimentação, abrigo provisório, medicamentos e a retirada de documentos “.

 

Dias acrescentou que as ações serão replicadas em todos os municípios em situação de emergência. Entre eles estão Lagoa Alegre, José de Freitas, Campo Largo do Piauí, São João do Arraial, Capitão de Campos, Ilha Grande, Parnaíba e Luís Correia.

 

Ontem (6), em Parnaíba, no litoral do estado, o governador disse que está sendo elaborado um projeto de macrodrenagem para o escoamento das águas na cidade, assim como nos municípios de Luís Correia e Ilha Grande.

 

Fonte: Agência Brasil

Desastre é maior que em Brumadinho, diz brasileiro sobre situação em Moçambique

“Aqui, a extensão do desastre é muito maior que em Brumadinho, com uma extensão de aproximadamente 500 quilômetros de áreas atingidas. E ainda há muitas pessoas que precisam ser assistidas.” A declaração é do sargento Michel Santana, um dos integrantes da equipe de profissionais brasileiros que está em Moçambique para ajudar no resgate e salvamento dos afetados pelo Ciclone Idai, que devastou o país em 4 de março.

 

A previsão inicial é que os brasileiros permaneçam durante 30 dias no local. O grupo é composto por 20 bombeiros da equipe de busca e salvamento da Força Nacional de Segurança Pública e mais 20 militares mineiros que atuaram nos trabalhos de salvamento e resgate de vítimas do rompimento da barragem da mina Córrego Feijão em fevereiro, em Brumadinho (MG). As equipes viajaram em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), levando veículos, botes e outros equipamentos fornecidos pela Força Nacional e pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

 

Ajuda a quem precisa

 

Em Moçambique, eles ajudam a quem precisa e abrem espaço para a atuação de centenas de funcionários de agências da Organização das Nações Unidas (ONU) após a passagem do Idai. Os moçambicanos também receberam a ajuda das Forças Arnadas de países como Angola, África do Sul, Portugal e Israel. A emergência deixou mais de 3 milhões de pessoas desabrigadas e cerca de 750 mortos em Moçambique, no Maláui e no Zimbábue.

 

 

Aeronaves da FAB pousaram em Moçambique transportando mais de 20 toneladas de suprimentos e equipamentos, além de 40 militares da Força Nacional e do Bombeiros de Minas Gerais para ajuda às vítimas do Ciclone Idai.
Tropas e bombeiros brasileiros chegam a Moçambique – Divugação/Força Aérea Brasileira

 

 

A missão das tropas e bombeiros brasileiros no país africano é bem-vinda para apoiar a muitos que ainda precisam, como defendeu a diretora-geral do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades de Moçambique, Augusta Maíta, ao receber o grupo. “Nós precisamos acessar a parte da nossa população, que não é possível alcançar por via terrestre por via marítima.”

 

O país, o mais afetado pelo ciclone, confirmou 598 mortos. Segundo o embaixador do Brasil em Moçambique, Carlos Alfonso Puente, a operação de socorro ainda deve durar algum tempo. “Neste momento em que eles chegam, é o momento em que algumas das primeiras ajudas já partiram. E há muito o que fazer ainda,” disse.

 

Para o major Wagner da Silva, a experiência trazida de Brumadinho soma muito na atuação no país africano. “Boa parte dos que atuam aqui, na Força Nacional, atua em conjunto com outras agências e órgãos de segurança pública, na ação de recuperação de corpos e assistência no Brasil.”

 

De novo na lama

 

Os brasileiros chegaram em Moçambique para comandar a operação na região de Búzi, perto da cidade da Beira. A ameaça e os estragos das águas levaram a concentrar especial atenção às operações de salvamento das vítimas nessa vila. “Assim que desembarcamos aqui, pudemos ter uma noção melhor do que realmente estava acontecendo, pois a devastação, aliada à falta de estrutura e saneamento, acaba dificultando as ações de socorro e agravando a situação das vítimas”, conta o major Wagner da Silva.

 

Nas buscas, o momento de encontrar a próxima vítima soterrada é incerto. Para o subtenente Gilmar Viana, o esforço é pouco para beneficiar as comunidades afetadas: “A gente vê uma cidade praticamente devastada devido ao ciclone, mas dentro das possibilidades, como seres humanos que somos, tudo faremos para que o pouco que possamos fazer surta efeito na vida da população”.

“Nós tivemos Brumadinho em 2019 e, e combinando com a operação internacional em Moçambique, tudo isso nos proporciona um aproximar de planejamento e a execução, isso tem uma grande diferença porque nos permite nos adaptarmos mais rapidamente ao evento, à situação e à necessidade,” disse o sargento Michel Santana.

 

 

Fonte: Agência Brasil

* Com informações da ONU News

Cientistas alertam para risco de chikungunya em áreas de mata

O vírus da chikungunya pode sair das cidades para as matas brasileiras, tornando-se silvestre e impossibilitando a erradicação da doença no país. O alerta é de cientistas dos institutos Oswaldo Cruz e Pasteur, na França, que tiveram artigo publicado na revista científica internacional PLOS Neglected Tropical Diseases.

 

O documento foi divulgado nesta semana pela Fundação Oswaldo Cruz, no Rio. O processo é semelhante ao da febre amarela, doença de origem africana que se tornou endêmica no Brasil e, de tempos em tempos, espalha-se das matas para áreas urbanas.

 

Na pesquisa coordenada pela Fiocruz, os cientistas constataram que mosquitos silvestres como o Haemagogus leucocelaenus e a Aedes terrens, comuns na América do Sul, são capazes de transmitir o vírus da chikungunya entre três e sete dias, o que significa alto potencial de disseminação.

Hoje, tanto a chikungunya, também de origem africana, como a febre amarela são transmitidas no Brasil pelo mosquito Aedes aegypti. As duas doenças provocam febres e fortes dores pelo corpo.

 

Nas cidades, o transmissor da chikungunya é o mosquito Aedes aegypti, que se infecta picando uma pessoa doente e transmitindo para outras pessoas. Na floresta africana, onde foi identificada, os mosquitos silvestres contraem o vírus picando macacos doentes. A infecção humana só ocorre por acidente, quando uma pessoa é picada na mata.

 

Cientista Ricardo Lourenço, da Fundação Oswaldo Cruz, que estudou possível transmissão do chikungunya por mosquitos silvestres
Coordenador do estudo, cientista Ricardo Lourenço diz que avanço para áreas silvestres tornaria doença endêmica no Brasil – Divulgação: Gutemberg Brito/IOC/Fiocruz

 

 

Segundo o chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço de Oliveira, o avanço para áreas silvestres torna o vírus mais difícil de ser enfrentado, podendo levar ao aumento no número de casos. “Esse cenário apresentaria um grave problema de saúde pública, uma vez que a infecção se tornaria mais difícil de controlar”, afirma. Nas florestas, o combate ao mosquito é impossível.

 

Para os cientistas, é necessário começar, o quanto antes, o monitoramento de regiões em áreas de mata. “É fundamental incorporar o chikungunya em uma rotina de vigilância no ambiente silvestre”, diz Lourenço. Isso inclui a verificação de mosquitos e de macacos para avaliar se a transmissão já está ocorrendo próximo a florestas e monitorar esta possibilidade.

 

Interiorização

 

Com a febre amarela, o percurso do vírus foi da cidade para as florestas. Trazidas para as Américas, a doença primeiro circulou em áreas urbanas, provocando epidemias, depois, próximo de matas. Com as campanhas de combate ao Aedes, no entanto, os episódios diminuíram.

 

Nas regiões de floresta, a vacinação se tornou a única forma e prevenir os casos de febre amarela, segundo a Fiocruz, apesar de inúmeros problemas de cobertura. Os cientistas lembram, no entanto, que ainda não foi descoberta vacina para a chikungunya.

 

Dados do Ministério da Saúde mostram que, no Rio, estado com o maior número de casos do país, o registro é duas vezes maior do que o de dengue. As 6,7 mil ocorrências em 2019 representam uma alta de 14% diante das 5,8 mil em 2018. Altos índices de notificações também foram observados em Tocantins, no Pará e no Acre.

 

Para prevenir a migração da chikungunya, os cientistas querem mais estudos. Os mosquitos silvestres, explicam, não se desenvolvem bem em laboratório, justamente por serem selvagens. Também não ficou comprovado que macacos conseguem hospedar o vírus.

 

Fonte: Agência Brasil

PMA desmonta acampamento, prende homem por capturar pescado fora da medida, apreende lancha e equipamentos

Durante fiscalização fluvial no rio Aquidauana, visando à prevenção à pesca predatória, na operação Fronteira, realizada em todo Estado, uma equipe da Polícia Militar Ambiental de Aquidauana prendeu um pescador por capturar pescado abaixo da medida permitida e por pescar com petrechos proibidos por lei.

 

O infrator estava ontem à tarde (6) em um acampamento nas proximidades da fazenda Panamá. Sua lancha estava no rio e ele havia capturado um exemplar de pescado da espécie jaú, com 74 centímetros, portanto, abaixo do tamanho mínimo permitido pela legislação, que prevê 95 centímetros para a espécie.

 

Jaú apreendido.

 

No acampamento ainda foram encontradas duas redes de pesca (petrecho proibido), além de uma caixa isotérmica, duas caixas de pesca e quatro molinetes com varas, que foram apreendidos, bem como o pescado, lancha e motor de popa.

 

O infrator, de 53 aanos,  residente em Anastácio, foi autuado e multado em R$ 2.140,00. Ele também responderá por crime ambiental de pesca predatória, com pena prevista de um a três anos de detenção.

Manifestantes contra e a favor de Maduro saem às ruas na Venezuela

As ruas de cidades venezuelanas foram tomadas, desde o início da manhã de sábado (6), por manifestantes a favor do presidente Nicolás Maduro e por protestos da oposição. Em Caracas, o movimento partiu de três pontos diferentes até chegar ao Palácio de Miraflores, sede do governo.

 

O manifesto de apoio a Maduro foi convocado pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). Chavistas defendem paz e o restabelecimento do sistema elétrico que, segundo eles, é vítima de “ataques bestiais do imperialismo “. A Venezuela tem enfrentado uma crise energética há quase um mês, e a situação vem se agravando com o aumento da frequência de apagões e problemas no abastecimento de água.

 

Em sua conta no Twitter, no fim da manhã, Maduro, que deve falar hoje à população, fez um apelo para que mais pessoas se juntassem ao grupo. “Vamos todos encher com alegria e colorido popular as ruas de Caracas para ratificar o caráter antiimperialista da Venezuela. Juntos, em permanente mobilização, continuemos a defender a paz e a independência nacional. Não há mais interferência!”, afirmou.

 

Oposição

 

Manifestações da oposição também ocuparam as ruas da capital. Os protestos ocorreram em diferentes pontos do país, em um movimento pela transparência, liberdade e fim da “usurpação” do poder. No Twitter, Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela e presidente da Assembleia Nacional, destacou que a agenda de protestos incluiria mais de 300 pontos do país, numa Operação da Liberdade “para conseguir a cessação definitiva da usurpação”.

 

Guaidó teve a imunidade parlamentar suspensa pela Assembleia Nacional Constituinte, ligada ao governo de Nicolás Maduro.

 

*Com informações da Telesur e da Agência Venezuelana de Notícias (AVN)

Inscrições para o Vale Universidade começam nesta segunda-feira

A partir desta segunda-feira (8) o acadêmico já matriculado em Instituição de Ensino Superior (IES), conveniada ao Vale Universidade, pode realizar sua inscrição no Processo Seletivo 2019.

 

A partir deste processo seletivo a apresentação do comprovante da inscrição e/ou atualização do Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da sua região, é obrigatória. “Teremos ainda mais transparência neste Processo Seletivo 2019. A exigência do comprovante de inscrição no CadÚnico fará com que cada vez mais o benefício seja concedido a quem dele necessita. O Vale Universidade é uma oportunidade de crescimento tanto para quem dele participa quanto para o nosso Estado”, pontuou o secretário-adjunto da Sedhast, Adriano Chadid.

 

Desde 2015 o Governo do Estado já investiu mais de R$ 48 milhões no Programa Vale Universidade oportunizando a permanência do acadêmico na universidade e a conclusão do ensino superior. O programa atende, em média, mais de 1,5 mil alunos.

 

Investimento anual do Governo do Estado no Programa Vale Universidade.

 

As inscrições no Programa Vale Universidade (PVU) serão realizadas por meio do site da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast) –  www.sedhast.ms.gov.br, e o edital completo pode ser conferido aqui.

 

Processo Seletivo 2019

 

Poderá se inscrever no Vale Universidade o acadêmico que comprove renda individual igual ou inferior a R$ 1.448,00 (um mil, quatrocentos e quarenta e oito reais) e renda familiar mensal não superior a R$ 2.896,00 (dois mil, oitocentos e noventa e seis reais).

 

O edital traz ainda que é assegurado à Administração Pública o direito de verificar as informações prestadas pelo interessado por meio de visitas à residência, ao local de trabalho ou à instituição de ensino superior onde o candidato e beneficiário estiver matriculado.

 

Para o acadêmico da universidade privada, 70% do valor da mensalidade serão repassados pelo Governo do Estado diretamente para a IES, e 20% (vinte) por cento do valor da mensalidade serão deduzidos pela instituição de ensino superior privada conveniada ao Vale Universidade, totalizando 90%.

 

No caso do acadêmico da universidade pública, o valor do benefício social será equivalente à média do valor do benefício, depositado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, diretamente, na conta bancária do acadêmico beneficiário.

 

Estágio

 

O acadêmico habilitado deverá ainda realizar estágio com carga horária de 20 horas semanais, cumpridas em jornadas de quatro horas diárias no período matutino ou vespertino, compatíveis com o horário escolar, nas instituições indicadas pela Sedhast.

Mega-Sena acumula e prêmio estimado para o novo concurso é de R$ 40 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.140 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desse sábado (6) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

 

O prêmio acumulou e a estimativa da Caixa para o próximo concurso é R$ 40 milhões.

 

As dezenas sorteadas foram as seguintes: 17 – 20 – 26 – 36 – 42 – 54.

 

A quina registrou 66 apostas vencedoras, cada uma vai pagar a quantia de R$ 46.099,13. A quadra teve 5.044 ganhadoras, cada apostador vai receber R$ 861,71.

 

As apostas para o concurso 1.141 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) da próxima quarta-feira (10), em qualquer uma das casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

 

Fonte: Agência Brasil