Paralimpíadas Escolares de MS classificam paratletas para fase Nacional em SP

A edição 2019 das Paralimpíadas Escolares foi encerrada no final de semana em São Gabriel do Oeste e a equipe de Campo Grande foi a campeã na classificação geral. A delegação de Dourados ficou com o segundo lugar e Três Lagoas com o terceiro no ranking do campeonato.

 

Os paratletas competiram nas modalidades do atletismo, tênis de mesa e bocha paralímpica, cada qual em sua deficiência (visual, intelectual e motora) e classificação funcional. Durante as paralimpíadas houve apresentações culturais com o grupo de dança do ventre “Sem Limites” abrilhantando o evento, juntamente com o grupo do CTG de dança gaúcha e aclamação de poesia “Chama Crioula”.

 

Os paratletas também puderam se divertir com o desafio do saque, participando de premiações, sorteios e brindes durante a brincadeira do tênis de mesa, oferecido pela Associação Top Spin de Campo Grande.

 

Pela primeira vez o Paraesc MS foi realizado no interior do Estado e deixou um legado para o município, segundo o Prefeito de São Gabriel do Oeste, Jeferson Tomazoni.

 

 

“As Paralimpíadas trouxeram para o nosso município um momento de reflexão, de nós enxergarmos além das nossas fronteiras e as dificuldades que temos. Cada paratleta supera estas barreiras no dia a dia e são exemplos de vida e de alegria, o esporte nos proporciona estes encontros”, afirmou Tomazoni.

 

A competição realizada pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte, foi classificatória para a Etapa Nacional das Paralimpíadas Escolares que acontecerá entre os dias 18 a 23 de novembro no Centro Paralímpico em São Paulo.

Jair Bolsonaro: “Pretendo respeitar a Lei da Anistia”; presidente disse que não vai mexer no passado, mas questiona CNV

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (30), em Brasília, que vai respeitar a Lei da Anistia de 1979 e não pretende “mexer no passado”. Perguntado por jornalistas se vai contestar a versão oficial da Comissão Nacional da Verdade (CNV) sobre a morte do advogado Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, Bolsonaro questionou o trabalho realizado pelo grupo.

 

“Você acredita em Comissão da Verdade? Foram sete pessoas indicadas pela Dilma [Rousseff, ex-presidente, que também foi presa durante a ditadura militar]. Não é contestar. Se gastou mais de R$ 5 bilhões, dinheiro público do povo que trabalha para dar para quem nunca trabalhou. Você acha justo que a gente tem que continuar? Eu não pretendo mexer no passado, eu pretendo respeitar a Lei da Anistia de 79”, disse.

 

Relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV) aponta que o corpo de Fernando Santa Cruz foi transportado da chamada Casa da Morte, um centro clandestino de tortura e assassinato, localizado em Petrópolis (RJ), para a Usina Cambahyba, no norte fluminense, local onde teria sido incinerado, junto com corpos de outros militantes políticos contrários ao governo militar. A informação estaria baseada no depoimento do ex-delegado do DOPS/ES, Cláudio Guerra, em 23 de julho de 2014. Segundo a CNV, Santa Cruz foi preso por agentes do DOI-CODI/RJ em 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro, mas os órgãos oficiais do regime não admitiram sua prisão alegando que o advogado estava foragido.

 

Bolsonaro afirma que o militante de esquerda durante a ditadura militar (1964-1985) foi morto por integrantes da Ação Popular (AP), um grupo de luta armada contra o regime, e não pelas Forças Armadas.

 

Grampos

 

Sobre a invasão de telefones de autoridades, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou que trata-se de um crime e que o jornalista norte-americano Glenn Greenwald é o responsável por dar publicidade a essa ação.

 

“A invasão foi por terceiros. Mas quando você pega uma informação dessa, não sei nem se é verdade o que tirou lá dentro, e começa a passar para frente você está dando repercussão a um crime, que você tem obrigação de tentar desvendar”, disse.

 

Greenwald é fundador do site The Intercept, que divulgou mensagens atribuídas a procuradores da Lava Jato e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, então juiz que comandava as ações da Lava Jato, em Curitiba.

 

O principal suspeito de invadir as comunicações privadas de autoridades, Walter Delgatti Neto, afirmou, em depoimento, que foi ele quem entregou voluntariamente o conteúdo das mensagens a Greenwald e que não foi pago para isso. Os quatro presos temporários suspeitos de invadir os celulares de Moro, do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, e outras autoridades brasileiras, serão ouvidos novamente hoje em audiência de custódia, na 10ª Vara Federal, em Brasília.

 

No fim de semana, Bolsonaro disse que o jornalista não deve ser deportado, mas“talvez pegue uma cana aqui no Brasil”. Ontem (30), o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que as declarações tratam-se de uma “percepção pessoal” do presidente.

 

Congresso

 

As declarações foram dadas na manhã de hoje (30), quando Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada, após se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No encontro com Maia, o principal assunto foi a tramitação texto da reforma da Previdência, que será votada em segundo turno na Câmara, e é uma prioridade do governo.

 

O Presidente Jair Bolsonaro fala com a imprensa ao deixar o Palácio da Alvorada.
Bolsonaro recebeu presidente da Câmara no Alvorada para discutir reforma da Previdência. (Antonio Cruz/ Agência Brasil)

 

O presidente também comentou sobre a proposta de legalização do garimpo em terras indígenas, em elaboração pelo Ministério de Minas e Energia. “A gente quer regularizar esse negócio para evitar o que sempre há. Às vezes conivência dos índios, às vezes invasão de garimpeiros”, disse.

 

A Polícia Federal investiga a supostainvasão de garimpeiros na terra indígena do povo Waiãpi, no Amapá, e a morte do chefe da aldeia Waseity, Emyra Wajãpi, de 62 anos, assassinado a golpes de faca na semana passada.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Homem é suspeito de assassinar a tiros a ex-mulher e o filho dela no meio da rua

A polícia procura um homem suspeito de ter matado a ex-mulher e o filho dela no bairro Ipiranga, na Região Nordeste de Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (29). De acordo com o boletim de ocorrência, as vítimas foram assassinadas quando voltavam de uma academia. Câmeras de segurança registraram o crime.

 

As imagens mostram o momento em que o homem se aproxima de um carro, abre o porta-malas e parece pegar e esconder uma arma. Pouco tempo depois, ele atira quatro vezes em Teresa Cristina Peres, de 44 anos. Ela morreu na hora.

 

As câmeras não mostram, mas o homem também matou o filho de Teresa Cristina, Gabriel Peres, de 22 anos, com um tiro no ouvido.

A mulher tinha medida protetiva contra o ex-companheiro Paulo Henrique da Rocha, de 33 anos. Ela chegou a registrar 13 ocorrências contra ele. De acordo com a família da vítima, ela recebia constantes ameaças do suspeito que não aceitava o fim do relacionamento.

 

“Esse cara foi denunciado não sei quantas vezes mil vezes”, disse o irmão de Teresa, Hugo Peres. “Queria ver minha irmã chegando em casa para jantar. Meu sobrinho contar as coisas do dia. Minha irmã ficou aí afastada com depressão por causa desse homem não sei quanto tempo do serviço. Tentando se reerguer de toda covardia que esse cara fez com ela, psicológica, moral, todo jeito. Para chegar ao ponto de ele pegar e fazer isso ainda por cima”, completou.

 

De acordo com o tenente Inácio Rocha, Teresa era assistida pela polícia militar.

 

“A patrulha de violência doméstica vinha e prestava o auxilio necessário a ela. Não é o que deu errado. A gente procura fazer sempre o nosso trabalho da melhor maneira possível. Atender as demandas da violência doméstica, porém, não tem como ficar 24 horas. Então, não tem como aqui apontar o que deu errado nessa situação”, disse ele.

 

 

 

Fonte: G1

Foto: Reprodução da internet/Facebook

Governo transfere líderes do confronto com mortes no Pará para presídio federais

Um dia depois do confronto entre o Comando Classe A (CCA) e o Comando Vermelho (CV), no presídio de Altamira, no oeste paraense, que deixou 57 mortos, já foram para Belém mais quatro dos 16 detentos apontados como líderes do massacre ocorrido na segunda-feira (29), no Centro de Recuperação Regional de Altamira (CRRA). Edicley Lima Silva, Melzemias Pereira Ribeiro, Hildson Alves da Silva e Marcos Vinícius Nonato de Souza, o Bananada, seguem de avião para a capital paraense, onde, segundo informações do governo do Pará, serão encaminhados para outra penitenciária até determinação de nova transferência para outro estado.

 

Segundo entendimentos do governador Helder Barbalho com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, dez desses 16 detentos serão transferidos para penitenciárias federais. Até o momento, já foram realizadas sete transferências. A expectativa é de que outros nove detentos embarquem ainda hoje para a capital paraense, e os 30 restantes seguirão para outras unidades prisionais.

 

Identificação

 

Peritos criminais e médicos legistas do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC), da unidade de Altamira, trabalham na identificação dos 57 detentos mortos no confronto. Um perito odontologista forense de Belém e uma equipe de peritos criminais do Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística (IC) também chegarão hoje a Altamira para ajudar na realização dos exames de DNA, que ajudarão no trabalho.

 

Assistência

 

Os familiares dos detentos mortos no confronto estão sendo atendidos por uma equipe multidisciplinar, formada por cinco médicos, quatro psicólogos, cinco assistentes sociais e quatro enfermeiros, além de profissionais auxiliares da Secretária de Saúde do Estado.

 

 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Agência Pará

Pequenos negócios sustentam geração de emprego pelo quinto mês no país

A geração de empregos com carteira assinada em junho veio dos pequenos negócios, pela quinta vez seguida neste ano. A análise feita pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, mostra que foram criados 52,7 mil postos de trabalho no segmento. O número de empregos criados pelas micro e pequenas empresas em junho registrou o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.

 

Segundo o levantamento, as médias e grandes corporações, pela segunda vez consecutiva, mais demitiram do que contrataram, registrando saldo negativo de 4,8 mil empregos. Ao se agregar o resultado da Administração Pública a esses saldo, no total foram gerados no país 48.436 postos de trabalho no país.

 

No primeiro semestre de 2019, os pequenos negócios respondem por 387,3 mil empregos, 70 vezes maior que o saldo de empregos gerados pelas médias e grandes empresas (5,5 mil).

 

Enquanto as micro e pequenas empresas registraram pequeno crescimento na geração de empregos no primeiro semestre, as médias e grandes tiveram redução significativa no saldo. Na comparação com o período de janeiro a junho de 2018, as micro e pequenas empresas apresentaram crescimento de 0,8% na geração de emprego e as médias e grandes, saldo 80% menor.

 

Setores

 

No primeiro semestre, foram os pequenos negócios do setor de serviços que sustentaram a geração de empregos no país, respondendo pela criação de 213,8 mil postos de trabalho, 55,2% do total. Os pequenos negócios da indústria de transformação assumiram a segunda posição no ranking setorial, com criação de 56,6 mil empregos, seguidos pelas micro e pequenas empresas da agropecuária (+54 mil empregos). Já os pequenos negócios que atuam no comércio registraram, no primeiro semestre de 2019, demissão líquida de quase 50 mil trabalhadores.

 

De acordo com os dados do Caged, no primeiro semestre, o comércio foi o único a registrar foi o único semento a registrar saldo negativo, ao se considerar todos os portes de empresas. O saldo negativo nesse setor chegou a 88,7 mil, na comparação com o primeiro semestre de 2018. Ao apresentar os dados na última quinta-feira (25), o subsecretário de Políticas Públicas e Relações de Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali, avaliou que retração do emprego no comércio é reflexo da atividade econômica em recuperação. “A explicação é próprio desempenho fraco da economia. O comércio emprega pessoas de qualificação média e é onde mais a crise econômica é sentida”, disse.

 

Estados

 

A maior parte das contratações com carteira assinada aconteceram entre as MPE do estado de São Paulo, com a criação de 15,2 mil postos de trabalho, acompanhadas das empresas de Minas Gerais (mais 14 mil empregos). Isso fez com que o Sudeste assumisse a liderança na criação de vagas de trabalho no mês de junho deste ano (mais 33 mil empregos), sendo seguido pelos pequenos negócios da região Centro-Oeste (mais 11,6 mil vagas).

 

 

Fonte: Agência Brasil

Delegada encerra investigações sobre acusação de estupro contra Neymar

A delegada Juliana Lopes Bussacos, titular da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, encerrou ontem (29) as investigações sobre as acusações de estupro e agressão feitas pela modelo Najila de Souza contra o jogador de futebol Neymar Júnior. A polícia decidiu não indiciar o jogador de futebol pelos supostos crimes. O relatório da investigação foi encaminhado para o Ministério Público (MP), que terá 15 dias para avaliar a decisão da delegada e elaborar um parecer. As conclusões do MP e da Polícia servirão como base para a decisão judicial.

 

O inquérito policial foi aberto após boletim de ocorrência realizado no dia 31 de maio por Najila, que contou à delegada que conheceu Neymar por meio de uma rede social e depois de dois meses trocando mensagens, Neymar a convidou para ir a Paris para uma visita, com passagens e estadia pagas. Najila chegou em 15 de maio e à noite do mesmo dia o jogador esteve no quarto dela.

 

Najila disse que o jogador estava alterado e a forçou a ter relações sexuais, sem usar preservativo, o que Neymar desmente. No dia seguinte, Neymar esteve no mesmo quarto e foi agredido por Najila. A modelo gravou o encontro e alegou que buscava uma prova de que se encontrara com o atleta. Sobre os tapas que deu em Neymar, visíveis em vídeo que vazou durante as investigações, ela disse estar revidando as agressões sofridas no dia anterior.

 

Segundo a delegada, ao longo da investigação Najila foi ouvida três vezes e Neymar uma vez, além de 12 testemunhas relacionadas ao caso. Entre as provas juntadas ao processo estão o laudo sexológico, o exame de corpo de delito indireto, a ficha de atendimento médico do Hospital Pérola Byington, a ficha de atendimento médico da consulta com o ginecologista particular de Najila em 24 de maio, o laudo do celular de Najila e laudo do tablet do filho da modelo, que foi entregue pelo ex-companheiro da modelo Najila.

 

“Deliberei por não indiciar o investigado (Neymar) por ausência de elementos para tanto. As imagens do hotel de Paris não chegaram até os autos, mas em razão de todo o conjunto probatório verifiquei que essas não se tratavam de prova imprescindível ao inquérito. O não indiciamento não impede o prosseguimento da persecução penal, que depende do Ministério Público”, disse Bussacos.

 

De acordo com a Delegada do 11º Distrito Policial, Monique Patrícia Ferreira Lima, que investiga o arrombamento do apartamento de Najila e o roubo do tablet no qual estaria o vídeo que comprova o estupro, foi aberto um inquérito policial que investiga o crime contra o patrimônio. Ainda há uma outra investigação com relação a extorsão e denúncia caluniosa. Ambos os processos estão protegidos por segredo de Justiça.

 

“Por isso é prematuro dar algum detalhe da investigação ou mencionar qual seria a responsabilização das partes envolvidas. Nós vamos ouvir as partes envolvidas para apurar se houve denunciação caluniosa ou não”, disse Monique.

 

A reportagem tentou falar com o advogado de Najila Trindade, Cosme Araújo dos Santos, mas não conseguiu contato. O mesmo aconteceu com assessores e advogada de Neymar.

 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução/Youtube

Usina de Itaipu: chanceler e embaixador do Paraguai no Brasil pedem demissão

Uma crise política envolvendo a ata de um acordo entre o Brasil e o Paraguai, voltado para a compra de energia elétrica produzida pela Usina de Itaipu, resultou na renúncia do chanceler Luis Castiglioni e do embaixador paraguaio no Brasil Hugo Caballero. A queda foi motivada pela negociação da ata de um acordo bilateral referente ao cronograma de compra de energia elétrica da Itaipu, que pertence aos dois países.

 

A polêmica envolvendo a ata do acordo, aprovada em maio, também causou as demissões do presidente da Administração Nacional de Eletricidade (Ande), Alcides Jiménez, e do diretor paraguaio de Itaipú, Alberto Alderete. As demissões foram anunciadas hoje (29) pelo porta-voz da presidência do Paraguai, Hernán Hutteman, que disse terem sido aceitas pelo presidente Mario Abdo Benítez.

 

Pesou nas demissões a acusação de que a ata do acordo havia sido debatida e aprovada sem a devida transparência. Autoridades e congressistas afirmaram que o acordo negociado seria prejudicial ao país vizinho e que poderia causar um prejuízo de até US$ 300 milhões.

 

Nesta segunda-feria, o Congresso paraguaio aprovou um projeto para anular os termos da ata. O texto diz que o governo deve encarar toda negociação “com o Brasil sobre Itaipu na base da transparência, em particular da plena soberania hidrelétrica”. O projeto diz ainda que as negociações devem ocorrer com a ampla participação dos poderes do Estado.

 

A decisão foi ratificada pelo presidente paraguaio. Com a revogação, o acordo volta a ser renegociado, no nível técnico, disse comunicado oficial da Presidência paraguaia.

 

Na semana passada, o ex-presidente da Ande, Pedro Ferreira, já havia renunciado após discordar dos termos do acordo e se recusar a assiná-lo. Ontem (29), o Congresso paraguaio aprovou ainda a criação de uma comissão com deputados e senadores para acompanhar as negociações. Caberá ainda ao colegiado, formado por cinco deputados e cinco senadores, investigar questões relacionadas ao tratado de Itaipu.

 

Assinado em 1973, ele prevê que em 2023 haverá revisão dos valores para a venda da energia produzida pela usina. Tanto o Brasil quanto o Paraguai tem direito a 50% da energia produzida, mas parte da eletricidade destinada ao país vizinho e vendida para o Brasil.

 

Fonte: Agência Brasil

Não há indícios de ação de garimpeiros em terra indígena, segundo o Planalto

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse hoje (29) que não há evidências de atuação de garimpeiros na área da terra indígena do povo Waiãpi, no Amapá. A Polícia Federal investiga a suposta invasão e a morte do chefe da aldeia Waseity, Emyra Wajãpi, de 62 anos, assassinado a golpes de faca.

 

“Até o momento, a informação que dispomos é que não há indício de atuação de garimpeiros no local. Necessário, pois, aguardar o termino da investigação pela Polícia Federal. Só assim teremos, claramente, a elucidação dos fatos e como ele veio a ocorrer”, disse Rêgo Barros em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto.

 

O Ministério Público Federal (MPF) também informou nesta segunda-feira que as investigações preliminares da Polícia Federal não apontaram a presença de grupos invasores na terra indígena, mas que essa hipótese ainda não está descartada e novas diligências na região ainda serão realizadas.

 

Lideranças indígenas relataram para as equipes de investigação que 15 invasores passaram uma noite na aldeia Yvytotõ, distante cerca de 300 quilômetros da capital, Macapá, de forma “impositiva” e “de posse de armas de fogo de grosso calibre”. Segundo os relatos dos índios, Emyra Wajãpi foi morto na tarde de segunda-feira (22). Entretanto, a morte não foi testemunhada por indígenas e só foi percebida na manhã de ontem (23).

 

Mineração

 

O porta-voz também abordou o tema da autorização para exploração de reservas minerais em áreas indígenas, que, tema que, segundo, é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro e está em estudo pelo governo federal, envolvendo diversos órgãos e entidades. Otávio Rêgo Barros disse que a medida precisa ser regulamentada por meio de projeto de lei.

 

“Para a viabilização e atividades de empreendimentos dos setores energético e mineral, mas não apenas esses, em terras indígenas, faz-se necessária a regulamentação de alguns artigos da Constituição Federal por meio de uma lei ordinária, um projeto de lei. Este assunto está sendo tratado de maneira interssetorial, com a participação de várias entidades e ministérios, tendo como premissa a observação e o cumprimento de leis e convenções nacionais e internacionais, que tenham sido ratificadas pelo Estado brasileiro”, disse.

 

Fonte: Agência Brasil

Em dia de muitas medalhas no Pan, taekwondo brasileiro faz história

No sexto dia de disputas dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil conquistou importantes medalhas em diferentes modalidades. Mas o grande destaque foi o taekwondo, com marcas históricas sendo batidas ontem (29).

 

A conquista de maior destaque da equipe de taekwondo do Brasil hoje veio no início da noite, com o ouro conquistado por Milena Titoneli na categoria até 67 kg. Em uma luta parelha a brasileira derrotou a norte-americana Paige Pherson por 9 a 7. Com o triunfo, Milena se tornou a primeira mulher brasileira campeã do taekwondo nos Pan-Americanos.

 

Time Brasil

@timebrasil

É OUROOOOOOO!

Que luta emocionante! Milena Titoneli encerrando as competições de taekwondo em grande estilo: 7 medalhas em 8 categorias.

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Havia a expectativa de mais um ouro nesta segunda. Mas Ícaro Martins acabou derrotado, por 19 a 17, pelo colombiano Miguel Angel Trejos na final da categoria até 80 kg, e garantiu a prata após uma luta muito emocionante.

 

Com isso o Brasil alcançou sua melhor campanha no taekwondo na história dos Jogos Pan-Americanos, com 7 medalhas conquistadas.

 

Mas a primeira medalha do Brasil no taekwondo, nesta segunda, veio com o medalhista olímpico Maicon Andrade. Após derrotar o equatoriano Jesus Perea ele levou para casa a medalha de bronze na categoria acima de 87 kg.

 

Outro terceiro lugar alcançado hoje na modalidade veio com Raiany Fidelis, que derrotou a venezuelana Carolina Fernandez na categoria acima de 67 kg.

 

Bronze na ginástica artística

 

Na ginástica artística, Flávia Saraiva fez uma ótima apresentação no solo, alcançando a melhor nota do dia neste aparelho, e conquistou a medalha de bronze no individual geral. No total a brasileira somou 54.350 pontos, fincando atrás apenas da canadense Ellie Black, que ficou com o ouro ao alcançar 55.250, e da canadense Riley McCusker, que garantiu a prata ao somar 55.125.

 

Fonte: Agência Brasil