Força-Tarefa da Lava Jato no Paraná é prorrogada por mais um ano pela procuradora Raquel Dodge; portaria mantém estrutura

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por mais um ano a atuação da Força-Tarefa da Lava Jato no Paraná. A portaria que oficializa a medida será publicada nesta terça-feira (13), devendo ser posteriormente submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Esta será a quinta prorrogação da FT, desde sua criação, em 2014. Nesse período, além das renovações, houve ampliação progressiva do quadro de pessoal, incluindo procuradores e servidores. Também foi crescente a destinação de recursos para diárias e passagens. Em 2019, por exemplo, já foram gastos R$ 808 mil com essa despesa.

 

Instituída em abril de 2014, a partir da instalação dos primeiros procedimentos investigativos envolvendo a Petrobras, a Força-Tarefa da Lava Jato teve em sua primeira formação dez procuradores. A ampliação do quadro ocorreu de forma progressiva e chegou a 15 membros, este ano. Nos últimos 24 meses foram designados mais três procuradores para fortalecer a FT da Lava Jato no Paraná. Embora o aumento no número de procuradores esteja relacionado ao crescimento no total de casos apurados, a medida representa aumento de custos para o Ministério Público Federal por causa da necessidade de substituição dos ofícios nos quais estão lotados os integrantes da FT.

 

A participação de um procurador em forças-tarefas ou grupos de trabalho pode se dar pelos modelos de atuação exclusiva (quando deixa o respectivo ofício e passa atuar apenas nos casos distribuídos à FT), de desoneração parcial (em que acumula parte das duas atividades com os novos encargos), e ainda sem desoneração (nas situações em que mantém integralmente as atividades no ofício do qual é titular). No caso da Força-Tarefa da Lava Jato no Paraná, nove dos atuais integrantes atuam no modelo de desoneração total ou parcial.

 

Dados da Secretaria-Geral do MPU, apontam custo mensal de R$ 112,2 mil com os pagamentos das substituições na FT da Lava Jato. Por ano, considerando todos os encargos, o acumulado chega a R$ 1,4 milhão. Com o objetivo de reduzir os custos sem afetar o trabalho, nos últimos dois anos foram implementadas medidas alternativas como o aumento das desonerações parciais e até a colaboração a distância.

 

 Servidores

 

 Em relação ao quadro de pessoal de apoio, a FT conta, atualmente, com 28 servidores, sendo nove contratados, e 26 estagiários extras. Ao todo, a equipe tem 69 integrantes entre procuradores, servidores, contratados e estagiários. A título de comparação, a quantidade de membros destinada à FT Lava Jato no Paraná supera o quadro do MPF em estados como Roraima, que conta com seis procuradores e 78 servidores entre efetivos e comissionados.

 

Além do reforço em recursos humanos, a Procuradoria-Geral da República tem mantido também o apoio financeiro com a destinação, em média, de R$ 900 mil por ano, para gastos com diárias e passagens. Mesmo com a vigência das restrições orçamentárias decorrentes da Emenda Constitucional 95/2016, foram destinados R$ 808 mil apenas no primeiro semestre deste ano, para custeio das viagens relacionadas às investigações da força-tarefa.

 

 

Fonte: PGR

Juiz federal de Brasília nega liberdade a acusado de hackear autoridades

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, negou, ontem (12), pedido para soltar o investigado Danilo Cristiano Marques, um dos presos no mês passado pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de invadir os telefones celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e de outras autoridades.

 

A liberdade foi pedida pela Defensoria Pública da União (DPU), que alegou no processo que as acusações contra Danilo não têm relação com a quebra de sigilo das autoridades. Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que a prisão do investigado é necessária para não atrapalhar as investigações. De acordo com a PF, Danilo atuava em conjunto com Walter Delgatti Neto, que também está preso.

 

“Ainda não foi esclarecido se os 60 chips encontrados com Danilo foram utilizados no procedimento empreendido por Walter para violação da intimidade das vítimas, e não se descarta a hipótese de que Walter obtinha os dados cadastrais das vítimas via invasão por aplicativo e repassava ao bando para a prática de estelionatos e fraudes bancárias”, disse o juiz.

 

Na mesma decisão, Ricardo Leite negou pedidos do jornal Folha de S.Paulo e da revista Veja para entrevistar Walter Delgatti na prisão. Leite também rejeitou pedido de Suelen Priscila de Oliveira, outra investigada presa, para deixar a penitenciária feminina em Brasília e ficar detida na Superintendência da PF.

 

Os acusados estão presos na Operação Spoofing, expressão relativa a um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede, ou uma pessoa, fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.

 

Fonte: Agência Brasil

Valor cobrado pela AGU em ações de improbidade cresce 7,65% no 1º semestre

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou, no primeiro semestre de 2019, 84 ações de improbidade administrativa nas quais cobra o pagamento de R$ 225,7 milhões em virtude de irregularidades praticadas contra autarquias e fundações públicas federais. O valor representa um crescimento de 7,65%, correspondente a R$ 17,2 milhões a mais, do que o cobrado no mesmo período do ano passado.

 

As ações foram ajuizadas contra mais de cem acusados. São pessoas ou empresas envolvidas em fraudes contra entidades da administração indireta, principalmente a Previdência Social ou o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – como é o caso, por exemplo, de prefeitos que desviam verbas federais repassada para aplicação em programas de merenda e transporte escolar. A lista inclui, ainda, fraudes em licitações, convênios em saneamento, concessão de bolsas universitárias e até casos de assédio sexual.

 

Ao longo do semestre, a AGU obteve 14 medidas liminares determinando o bloqueio de quase R$ 70 milhões em bens dos acusados. O coordenador da Equipe de Trabalho Remoto de Ações de Improbidade Administrativa da Procuradoria-Geral Federal (ETR-Probidade/PGF), o procurador federal Rafael Nogueira, destaca a relevância da atuação.

 

“A gente sabe que tem dificuldade, que a ação é longa. Mas vamos criando um ambiente onde aquela incerteza de punição começa a virar uma possibilidade de punição e evita que aqueles maus gestores utilizem errado os recursos”, afirma.

 

Segundo o procurador federal, o usuário de serviço público é o maior beneficiado pelas ações que combatem as irregularidades. “São crianças que vão ter saneamento nas suas casas, boas merendas, boas escolas. O benefício previdenciário está sendo pago a quem deve receber por sustentabilidade atuarial. Isso é o que motiva a Procuradoria-Geral Federal e a ETR/Probidade a entregar esse resultado”, assinala.

 

Desde que a ETR/Improbidade foi criada, em 2016, já ajuizou 706 ações de improbidade administrativa cobrando o ressarcimento de um total de R$ 2,24 bilhões aos cofres públicos.

 

Fonte:AGU

Ministro aplica jurisprudência que permite a investigado não comparecer à CPI

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu medida liminar que garante ao doleiro Dario Messer o direito de não comparecimento a convocação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do BNDES. Ele foi convocado a prestar depoimento, como testemunha, nesta terça-feira (13), às 14h30. Caso opte por comparecer, a decisão assegura o direito ao silêncio e o de ser dispensado de assinar termo de compromisso, com base no princípio constitucional contra a autoincriminação, bem como de ser assistido por advogado e com ele se comunicar durante o depoimento.

 

Em sua decisão no Habeas Corpus (HC) 174326, o ministro Celso de Mello destacou que, embora a convocação da CPI tenha expresso a condição de testemunha, Dario Messer é potencial investigado, pois é acusado de ser mentor de esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 5 bilhões entre 2007 e 2017.

 

A jurisprudência do STF, segundo o ministro, prevê direitos e garantias a qualquer pessoa sob investigação estatal ou que responda a acusação penal. “A função estatal de investigar não pode resumir-se a uma sucessão de abusos nem deve reduzir-se a atos que importem em violação de direitos ou que impliquem desrespeito a garantias estabelecidas na Constituição e nas leis da República”, ressaltou.

 

Leia a íntegra da decisão.

Fiocruz Rondônia cria no país primeira colônia de mosquitos para estudar malária

Dados do Ministério da Saúde apontam que a maioria dos casos de malária no país se concentra na região Norte, sendo o Plasmodium vivax o principal causador da doença. Entre 2017 e 2018, foram realizadas 345.975 notificações de pacientes infectados pelo parasito só na Amazônia, o que justifica a necessidade de estudos mais aprofundados sobre os aspectos epidemiológicos e clínicos ligados à infecção pelo P. vivax.

 

Para uma melhor compreensão da relação parasito-hospedeiro e para propor alternativas ao tratamento de pacientes infectados com malária, pesquisadores do Laboratório de Entomologia da Fiocruz Rondônia criaram a primeira colônia de mosquitos do gênero Nyssorhynchus darlingi ou Anopheles darlingi, como é mais conhecido o principal vetor da doença no país. “Trata-se de um estudo inédito no Brasil, já com resultados expressivos”, explica a coordenadora da pesquisa Maísa da Silva Araújo, doutora em Biologia Experimental pela Universidade Federal de Rondônia (Unir).

 

Na prática, com o atual estágio de desenvolvimento da colônia, são possíveis experimentos e estudos que antes não podiam ser realizados, dadas as dificuldades de se criar esse mosquito em laboratório. “O principal desafio enfrentado era a cópula. Nós trazíamos os mosquitos de campo, alcançávamos o estágio de ovos, larvas e a primeira geração, mas não conseguíamos avançar para a segunda e terceira gerações. Hoje, já estamos na décima oitava geração, em condições de laboratório”, destaca a pesquisadora, afirmando que o único grupo de pesquisadores que conseguiu desenvolver a técnica de colonização de Nyssorhynchus darlingi, em laboratório, foi no Peru.

 

O principal foco do estudo é tentar responder questões que permanecem sem ser esclarecidas, a partir de demandas levantadas pelos próprios pacientes, como, por exemplo, até que ponto os medicamentos utilizados atualmente são eficazes no tratamento e prevenção da doença. São comuns os relatos de pacientes que tiveram recaídas e que foram novamente diagnosticados com malária, logo após o tratamento.

 

Outra vertente do estudo refere-se ao acompanhamento dos estágios de evolução do parasito no vetor infectado, até o momento que ele se torna capaz de transmitir a doença ao picar alguém. Além disso, os pesquisadores buscam compreender o que acontece com o mosquito para ele conseguir desenvolver o P. vivax, sendo verificada elevada suscetibilidade da colônia ao parasito. “Com base nessas informações, nós queremos descobrir em que momento e com quais substâncias poderemos eliminar ou bloquear a transmissão da malária, a partir de um mosquito infectado”, reforça Maísa.

 

Aspectos epidemiológicos e clínicos da malária na Amazônia

 

Os estudos também avançam em outros pontos considerados essenciais para a compreensão de aspectos epidemiológicos e clínicos da malária na região. Resultados experimentais com potenciais drogas, realizados com amostras de sangue de pacientes infectados pelo Plasmodium vivax, demonstram importante atividade de bloqueio no processo de transmissão da malária entre mosquitos infectados. Em colaboração com pesquisadores do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas), foram testadas substâncias capazes de inibir a ação infectante do parasito, sendo constatados resultados satisfatórios com o experimento em laboratório.

 

Os resultados alcançados pela pesquisa revelam novas possibilidades, uma vez que os medicamentos disponíveis são, principalmente, para tratamento dos sintomas, havendo a necessidade de novos estudos para a descoberta de substâncias com alto poder de inibição da ação infectante do parasito. De acordo com a pesquisadora, é isso que o estudo busca contemplar, utilizando os mosquitos da colônia. “A partir do momento que realmente tivermos algo que bloqueie a transmissão do P. vivax, trabalharemos com a proposta de oferecer à população um medicamento ou vacina que seja eficiente tanto no tratamento quanto no bloqueio de transmissão da malária”, sinaliza.

 

Vale lembrar que a malária é uma doença infecciosa causada pelo parasita do gênero Plasmodium, transmitido ao homem principalmente pela picada de mosquitos do gênero Anopheles infectados. Além do Plasmodium vivax, existem no Brasil as espécies de Plasmodium falciparum e malariae que também afetam o homem. Embora a malária causada pelo Plasmodium vivax seja considerada mais branda, seu tratamento exige mais do paciente já que esse Plasmodium acaba se alojando por mais tempo no fígado, ocasionando outras complicações à saúde.

 

Como instituição voltada à formação de recursos humanos qualificados e geração de tecnologias que possam ser aplicadas no diagnóstico, tratamento e controle das doenças tropicais, a Fiocruz Rondônia tem possibilitado o desenvolvimento de todas as fases deste projeto, que também contou com apoio da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e a Pesquisa de Rondônia (Fapero). Para entender a doença, é preciso conhecer o vetor responsável por sua transmissão. “Por isso, a importância de iniciarmos os estudos com esta colônia, caso contrário, não avançaríamos em novas descobertas sobre este vetor”, argumenta Maísa.

 

Fonte: Fiocruz

Em Campo Grande, Parque das Nações Indígenas abriga rica fauna e flora, cativa os turistas e os sul-mato-grossenses

Um dos maiores centros urbanos de lazer e cultura, com uma diversidade de fauna e flora que encanta os visitantes, o Parque das Nações Indígenas representa muito mais do que um cartão postal de Campo Grande. Com uma vegetação nativa, onde se realçam árvores como jenipapo, mangueira e aroeira, a unidade abriga mais de 300 espécies de pássaros e se tornou um local propício para a prática do birdwatching (observação de aves).

 

Caminhar pelos seus 119 hectares é mergulhar literalmente em um espaço de muito verde e contato com o espetáculo da natureza, ao lado de capivaras, quatis e cutias, apreciando os voos das garças brancas, tucanos, patos e araras-canindé, e o cantarolar dos sabiás, bem-te-vis, juritis, periquitos, graúnas e outras espécies da classe dos Passeriformes. A infraestrutura disponibilizada ao público permite a prática esportiva e recreios em família e amigos.

 

 

Para preservar esse espaço privilegiado, o Governo de Mato Grosso do Sul tem investido recursos, nos últimos anos, para garantir a integridade ambiental, acessibilidade e segurança aos usuários e à vida selvagem. Recentemente, foi firmado convênio com a prefeitura da Capital para desassorear os lagos formados pelos córregos Prosa, do Português e Reveilleau e obras de drenagem no entorno para controle de enchentes, ao custo de R$ 8 milhões.

 

 

Respira e transpira

 

Hoje parcialmente interditado por conta das intervenções do poder público, o Parque das Nações Indígenas habita plantas e animais do Cerrado e Pantanal e integra uma mancha verde de Campo Grande conservada integralmente com a implantação do Complexo do Parque dos Poderes, no início dos anos de 1980, onde se concentra o centro político-administrativo do Estado. Um ambiente em harmonia com a natureza na relação do servidor público com a fauna abundante.

 

Um dos principais cartões postais de Campo Grande merece tratamento especial. Tudo foi feito para devolver a vida para esse espaço e resolver de vez o problema de assoreamento do lago. Não adianta só retirar os sedimentos e não cuidar do entorno. Seria jogar dinheiro público fora. O Parque das Nações Indígenas vai voltar a ser um local de lazer, diversão e esporte para as famílias que moram aqui e para os turistas, que ficam encantados com toda essa beleza”, conclui governador Reinaldo Azambuja.

 

A especulação imobiliária, com a desapropriação de chácaras e terrenos às margens dos córregos Prosa e Reveilleau, no prolongamento das avenidas Mato Grosso e Afonso Pena, passou ao largo com a criação de uma reserva ecológica integrada ao parque (implantado em 1993). Em 2002, a unidade de conservação foi elevada à categoria de Parque Estadual do Prosa, formando assim um mosaico de recursos naturais não impactado pela expansão urbana.

 

“Campo Grande respira e transpira com o Parque das Nações Indígenas”, define Carlos Alberto Assis, secretário especial e chefe de gabinete do governador Reinaldo Azambuja, ao visitar esta semana as obras de recuperação dos lagos. “Diferentemente da maioria dos parques no mundo, aqui temos, em um mesmo espaço, toda a biodiversidade dos nossos biomas no coração de uma cidade que também encanta pelo seu verde, representado nos ipês floridos”, diz.

 

Uma obra futurista

 

Um lugar, segundo o secretário, que se tornou um símbolo de Campo Grande e é amado pelos sul-mato-grossenses e pelos turistas que o visitam – mais de duas mil o frequentam diariamente. Um lugar que reúne os observadores de aves e da natureza, os amigos que praticam esportes e meditação ao ar livre e as famílias. Estas se reúnem para piqueniques, comemoração de aniversários e lazer das crianças, as quais contam com parques infantis.

 

 

“O parque é um mix de tudo e sua grandeza e beleza retratam a receptividade do campo-grandense”, observa Carlos Alberto Assis, apontando para a estrutura disponível para atividades esportivas, de lazer e culturais. Nesta área, além dos shows na Concha Acústica Helena Meirelles, o visitante poderá conhecer o Museu das Culturas Dom Bosco e o Museu de Arte Contemporânea e monumentos que representam as etnias indígenas do Estado.

 

 

“Estamos diante de uma obra futurista, que quebrou paradigmas, uma referência como espaço público e de conservação ambiental”, resume o secretário, referindo-se à coragem e visão urbanista do seu empreendedor, o ex-governador Pedro Pedrossian. “O Governo está dando toda atenção ao parque, revitalizando-o com reforma de seus equipamentos e colocando iluminação de LED e ampliando o sistema de monitoramento por vídeo”, disse.

 

Governo do Estado e Prefeitura de Campo Grande trabalham em parceria para recuperar a lago do cartão postal da Cidade Morena e acabar com problema de assoreamento

Pelo Conecta Campo Grande, prefeitura expande internet livre em locais públicos

Para dar continuidade às festividades dos 120 anos de Campo Grande, a Prefeitura Municipal vai oferecer novos pontos de internet livre para o cidadão consolidando a capital sul-mato-grossense como uma cidade inteligente. A partir deste mês, o Conecta Campo Grande, projeto da Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec), expande sua área de cobertura nos Centros Regionais de Saúde (CRS), Clínicas da Família e nas demais Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

 

IMG_5028A novidade foi apresentada nesta terça-feira (13) pelo prefeito Marquinhos Trad e o diretor-presidente da Agetec Paulo Cardoso. Além de oferecer internet livre nos grandes eventos municipais, como a Cidade do Natal e em atividades artísticas e culturais, o ConectaCG já disponibiliza internet em locais públicos como, UPA’s Moreninhas e Leblon, Orla Ferroviária e Praça Ari Coelho.

 

De acordo com o presidente da Agetec, a ideia é levar a internet para outros locais, como terminais de ônibus e grandes parques da cidade. Além da Rua 14 de julho, que terá internet já na sua inauguração.

 

Em seu pronunciamento, o prefeito lembrou que a oferta da internet em locais públicos atende a uma das reivindicações da população. “Quando montamos o nosso programa de governo tivemos o cuidado de ouvir todos os segmentos da sociedade e, independente da posição social, cultural ou econômica, todos pediram que Campo Grande se conectasse, até porque hoje a internet é um dos meios de comunicação mais utilizados em nosso País. Dessa maneira, com responsabilidade e transparência, estamos ofertando aos munícipes essa conectividade e expandindo o serviço cada vez mais, a fim de que o alcance atinja todas as regiões”.

 

Os novos pontos de internet à população também fomentam a participação dos usuários de serviços públicos na gestão municipal. Atualmente, o meio de comunicação mais utilizado é a internet, por isso a Prefeitura compreende a necessidade de proporcionar caminhos para conectividade do campo-grandense, tornando a cidade mais moderna, transparente e inteligente.

 

“A intenção é expandir o projeto para que mais pontos com internet livre sejam oferecidos ao cidadão”, destaca Paulo, dizendo ainda que a internet oferecida é de qualidade para que o cidadão use com responsabilidade. “Além da navegação normal, queremos oferecer ao cidadão uma possibilidade gratuita de comunicação com um familiar ou amigo”, completa.

 

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O programa não se restringe apenas ao fornecimento de internet, mas tem por objetivo tornar Campo Grande mais inteligente por meio da interação entre o poder público e o munícipe. Um cidadão conectado pode trazer demandas mais precisas e também propor soluções para a Prefeitura.

 

Para acessar o serviço, a pessoa precisa fazer um único cadastro para criação de login e senha e, assim, utilizar a conexão todas as vezes que estiver naquela área de abrangência. Para ter acesso, o usuário deve buscar, no local, a rede Conecta Campo Grande.

 

Confira a lista dos próximos locais a terem acesso à internet livre através do Conecta Campo Grande:

CRS NOVA BAHIA

CRS AERO RANCHO

CRS COOPHAVILA

CRS TIRADENTES

UPA UNIVERSITÁRIA

UPA VILA ALMEIDA

UPA SANTA MÔNICA

UPA CEL ANTONINO

CLÍNICA DA FAMÍLIA (Iracy Coelho)

CLÍNICA DA FAMÍLIA (Nova Lima)

CLÍNICA DA FAMÍLIA (Caiobá)

 

O evento desta manhã, que aconteceu no Paço Municipal, contou com a presença dos secretários municipais.

Empresa de transporte deve indenizar por queda de passageira em ônibus urbano

Os desembargadores da 2ª Câmara Cível, por unanimidade, negaram provimento aos recursos interpostos por E. de. O.S. e uma empresa de transporte urbano. Em primeiro grau, a autora teve parcial provimento no processo e deverá ser indenizada em R$ 3.000,00 por dano moral.

 

Consta nos autos que, no dia 8 de março de 2012, a apelante ia para casa de seu filho, no ônibus coletivo de propriedade da ré, quando o veículo parou no Terminal Nova Bahia e, antes que a passageira descesse, o motorista deu ré repentinamente, sem se atentar que a passageira ainda não havia descido. Por consequência, a passageira se desequilibrou, caiu e foi arremessada para a lateral do ônibus, o que lhe causou várias lesões no joelho esquerdo.

 

Por achar o valor da sentença de primeiro grau insuficiente, a autora entrou com o pedido de majoração. No entanto, a viação apelada também recorreu e alegou ausência de provas do acidente, culpa exclusiva da autora, e solicita exclusão dos danos morais e dedução do seguro obrigatório.

 

O relator do processo, desembargador Julizar Barbosa Trindade, manteve a decisão de 1º Grau. Sobre o apelo da empresa de ônibus, o desembargador considerou que restou comprovado, tanto por prova documental quanto pela testemunhal, e para o abatimento do montante da indenização referente ao valor do seguro obrigatório recebido pela apelada também julgou improcedente, pois se trata de danos morais, de forma que não se aplica a dedução.

 

Referente a majoração do dano moral para a autora, o relator também negou provimento. “Atentando a esses fatores, a quantia fixada pelo Juízo a quo de R$
3.000,00 mostra-se adequada e atinge suas finalidades, quais sejam, servir de exemplo para o causador do dano não reincidir na prática indevida e proporcionar à vítima satisfação na justa medida do abalo sofrido”.

 

Prorrogado prazo para visitação dos veículos de leilão até sexta-feira

O Detran-MS (Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul) prorrogou até esta sexta-feira (16), o prazo de visitação aos veículos que serão leiloados.  O prazo de encerramento do leilão é até o dia 19 de agosto.

 

De acordo com o responsável do setor de leilões do Departamento, Diego Fernando de Arruda Soares, o prazo foi prorrogado devida à grande movimentação das visitas. “ Estão previstos no total 20 certames até o fim do ano, mas ainda não há uma estimativa de quantos veículos estarão disponíveis”, concluiu.

 

Os veículos podem ser vistos entre as 8h30min e às 11h30min e das 13h30min às 16h30min no pátio da Autotran, localizado na Avenida Guri Marques, 7155, bairro Cidade Morena.  No total, o Departamento irá disponibilizar 134 veículos para circulação. Destes, 121 motocicletas e 13 automóveis.

 

O edital de sucatas traz 13 toneladas de material ferroso. Os lotes poderão ser arrematados de acordo com as normas do edital, por empresas que atestem as exigências de comprovação do ramo de atividade reciclagem siderúrgica.

 

Os leilões estão na responsabilidade do leiloeiro oficialmente credenciado pelo Departamento, Pierre Adri e os produtos estão à disposição pelo site www.canaldeleiloes.com.br.

 

A previsão é de que até o fim do mês de agosto, quatro leilões sejam executados. Dois para veículos de circulação e outros dois para sucatas. Os certames fazem parte da Operação Limpa Pátio, elaborada com o objetivo de desafogar os pátios no Estado onde cerca de 50 mil veículos apreendidos se encontram atualmente.