PMA apreende arma e munições abandonadas por caçador em mata

Policiais Militares Ambientais de Batayporã realizavam fiscalização na área rural no município de Nova Andradina ontem (12) no final da tarde, quando ouviram disparos de arma de fogo dentro de uma mata densa próxima.

 

A equipe entrou na mata e localizou uma espingarda calibre 32 e duas munições intactas do mesmo calibre ao chão. A pessoa que estava praticando caça na região fugiu abandonando a arma ao perceber a fiscalização. A equipe fez diligência na região, mas não localizou o caçador. Não havia nenhuma caça abatida. A arma e munições foram encaminhadas à delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, que investigará a possível autoria do crime.

Servidores, acadêmicos, professores da UFMS e pais protestam hoje na Capital

Acadêmicos, professores e servidores da UFMS, UEMS, pais de alunos, trabalhadores em geral, participam nesta terça-feira (13) de uma GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO em Mato Grosso do Sul. A concentração será a partir das 9h na Praça Ari Coelho, com carros de som, faixas e cartazes. A ideia é percorrer as principais ruas da área central de Campo Grande em passeata para sensibilizar a opinião pública com relação às ameaças que pairam sobre a educação em nível superior no Brasil.

 

De acordo com o coordenador geral do SISTA-MS (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação UFMS) Waldevino Basílio, o Governo vem arrochando a situação das universidades, cortando verbas e diminuindo os cursos oferecidos e diminuindo as chances das instituições oferecerem um ensino de qualidade.

 

Os manifestantes, segundo Basílio, vão também protestar contra a reforma da Previdência que foi aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhada agora para o Senado.

 

Cléo Gomes, coordenadora geral do SISTA informou que depois das manifestações pela manhã, na área central de Campo Grande, a comunidade campo-grandense e acadêmica estão convidadas para a roda de conversa no corredor central da UFMS a partir das 15h e estão convidados também para participar de uma Assembleia Universitária no auditório da LAC, dentro do campus da UFMS, a partir das 17h30min.

Assistência do Senar/MS gerou aumento de 9,5% na comercialização de ovinos

Os produtores que recebem o programa de Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, em ovinocultura aumentaram a comercialização dos animais em 9,5% em dez meses de atendimento comparado  ao período de 12 meses do ciclo anterior. Segundo o coordenador técnico André Luiz Nunes, esse crescimento se deve a fatores, como por exemplo, a melhora da taxa de desfrute. “Essa porcentagem saiu de 41,7% no início da ATeG e passou para 53,2%, o que significa que está ocorrendo uma maior saída de animais em relação ao rebanho total”. Outros elementos que resultaram no aumento da comercialização, foi um aumento de 6,3% no número de matrizes e redução da taxa de mortalidade, saindo de 34% para 11%.

 

 

 

O faturamento desses proprietários chegou a um valor bruto de R$ 650,6 mil, considerando que o rebanho total é de 5.364 animais divididos em 754 hectares destinados a cadeia produtiva. O coordenador relata que o número de ovinos em empreendimentos que possuem até 100 cabeças fica com uma média de 3,3 animais por hectare. As propriedades com mais de 300 cabeças possuem 13,5 animais por hectare. “Isto se deve principalmente pela introdução de tecnologias como suplementação e confinamento. Desta forma, fica claro que a ovinocultura serve para o pequeno e grande produtor, demonstrando que o Senar/MS realiza um trabalho independente do porte da produção. Proprietários com rebanho menor, na maioria das vezes, precisa realizar apenas ajustes de manejos reprodutivos e sanitários, e com isto ocorre o aumento do rebanho da propriedade”.

 

 

Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado de Mato Grosso do Sul possui o 11º maior rebanho de ovinos e possui tecnologias como o PDOA – Propriedade de Descanso de Ovinos para o Abate e é pioneiro nesse sistema. O objetivo é facilitar o comércio de animais, estimular a cadeia produtiva e garantir a qualidade do produto na mesa do consumidor.

 

 

Já o número de abates totalizou 25,5 mil animais entre janeiro e junho deste ano conforme dados do MAPA – Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. As informações também divulgam que no segundo semestre de 2018 o país exportou 8,4 toneladas com receita de US$ 81,4 mil. No primeiro semestre de 2019 as vendas para o mercado externo foram de 21,5 toneladas com um faturamento de US$220,8 mil.

 

 

Fonte: Famasul

 

Agepan e Aneel iniciam 2ª Campanha de Fiscalização de Segurança de Barragens

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em parceria com agências estaduais conveniadas, dará início à Campanha de Segurança de Barragens do 2° semestre de 2019. O foco da campanha consiste na avaliação de conformidade do Plano de Segurança de Barragens – PSB e Plano de Ação de Emergência – PAE, e na implantação do PAE e articulação com a Defesa Civil. Serão fiscalizadas usinas que não foram vistoriadas na Campanha do 1º semestre.

 

Em Mato Grosso do Sul, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan) vai fiscalizar as usinas São Domingos e Verde 4, instaladas no Rio Verde, entre os municípios de Água Clara e Ribas do Rio Pardo); e Indaiazinho, instalada no Rio Indaiá Grande, no município de Cassilândia.

 

Em junho, a Aneel promoveu reunião de nivelamento de informações com a Agepan e demais agências estaduais e o encaminhamento de todos os documentos preparatórios. Finalizada a preparação no mês de julho, as fiscalizações acontecem neste mês de agosto, com previsão de término em novembro.

 

A equipe da Agepan inicia as inspeções a campo nesta terça-feira (13), com previsão de término dessa etapa no dia 30.

 

Cronograma

USINA

MUNICÍPIO(S)

RIO

AÇÃO PRESENCIAL (Visita na Usina)

 

 

PCH Verde 4 (19.000 kW)

RIBAS DO RIO PARDO / ÁGUA CLARA

Verde

Dias 13 e 14/08/2019

 

UHE São Domingos     (48.000 kW)

RIBAS DO RIO PARDO / ÁGUA CLARA

Verde

Dias 15 e 16/08/2019

 

PCH Indaiazinho (12.500 kW)

CASSILÂNDIA

Indaiá Grande

Dias 29 e 30/08/2019

 

 

 

Um diferencial dessa Campanha é a presença maior da Defesa Civil. Representantes das unidades de Defesa Civil de cada um dos municípios abrangidos foram formalmente convidados a estar presente na usina. “A Aneel reforçou bastante esse aspecto nessa nova campanha de fiscalização, porque é essencial checar o grau de articulação entre o operador e essas instituições, averiguar se existe a necessária organização e conferir junto aos Municípios se os planos de contingência que cada um deles possui para questões de segurança inclui ações de enfrentamento a potencial rompimento de barragens”, explica o Diretor de Regulação e Fiscalização da Área de Gás e Energia da Agepan, Valter Almeida da Silva.

 

Em cada uma das usinas, o roteiro de fiscalização inclui:

  • Reunião de abertura, quando são apresentados os participantes, apresentada a própria fiscalização, e apresentada a empresa (contendo  detalhamento solicitado pela Agência previamente);

  • Verificação documental – Plano de Segurança de Barragem, Plano de Ação Emergencial, documentação sobre Índice de Segurança (ISB) e Formulário de Segurança (FSB);

  • Encontro na usina com representantes da Defesa Civil de Municípios potencialmente atingidos

  • Inspeção a campo – que subsidia o preenchimento de uma extensa lista de conferência.

 

Uma reunião de encerramento marca o fechamento dessa etapa. Até novembro, serão elaborados relatórios de fiscalização e definidas eventuais notificações e tomadas de decisão.

 

Foto: Usina São Domingos (arquivo)

Mais de 13 mil imóveis são inspecionados e 4,7 toneladas de lixo recolhidas no combate ao Aedes aegypti no Macaúbas

Mais de 1,3 mil imóveis foram inspecionados e 4,5 toneladas de materiais inservíveis de pequeno e grande volume foram recolhidos durante trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya – realizada ontem (12) na região do Bairro Macaúbas.  A ação mobilizou 67 agentes e contou com  apoio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).

 

Além da eliminação de criadouros do mosquito, a ação também visa conscientizar a população sobre a importância de manter os cuidados, mesmo em épocas menos chuvosas, através da atuação da equipe de Educação em Saúde da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), que percorre locais de grande circulação de pessoas, como comércios e igrejas, por exemplo, fazendo este alerta.

 

Ao todo, foram inspecionados 1.354 imóveis, onde foram encontrados nove focos do aedes. Outras 1.065 propriedades que foram visitadas estavam fechadas, não sendo possível a entrada de nenhum agente para vistoriar esses locais.

 

Em vários pontos do bairro também foram encontrados garrafas e pneus velhos jogados, que poderiam servir como criadouros do mosquito. Ao todo, foram eliminados 679 depósitos que, com qualquer acumulo de água, virariam novos focos de infestação.

 

O volume de material retirado é equivalente a três caminhões baú, totalizando aproximadamente 4,5 tonelas. A quantidade de pneus descartados de maneira irregular também chamou a atenção.

 

“É preciso que os donos de borracharias e a população em geral tenha consciência de que não se pode jogar esses materiais (pneus) em qualquer lugar. A gente pede que eles busquem se informar sobre a maneira correta de fazer o descarte”, reforça o chefe do serviço de dengue da CCEV, Vanderlei Roberto.

 

Mutirões

 

Durante todo o mês de agosto, a Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), através do Centro de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), realizará diversas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

 

Nesta terça-feira (13) o trabalho será realizado no bairro Los Angeles. Até o fim do mês, os agentes devem percorrer também a região do São Conrado e Paradiso.

 

Dados epidemiológicos.

 

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado esta semana pela Superintendência de Vigilância em Saúde, no mês de julho foram notificados 474 casos de dengue, o que representa uma redução de quase 80%, quando se comparado com o mês anterior. Em junho foram registradas 2.281 notificações.

 

De janeiro até agora foram mais de 38 mil casos da doença notificados, sendo 8,7 mil confirmados e oito óbitos. Foram notificados 397 de zika e 201 chikungunya no mesmo período. Boletim epidemiológico completo disponível aqui.

Instituto Federal de Mato Grosso do Sul se torna polo de pesquisa no Norte do Estado

Dividida por dois rios, a cidade sul-mato-grossense de Coxim por muito tempo teve como principais referências as belezas naturais e as atividades de pesca. A chegada do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) ao município, em 2010, trouxe à Região Norte do estado uma nova perspectiva: a de se tornar um polo de pesquisa.

 

No período entre 2014 e 2019, 321 projetos de pesquisa desenvolvidos pelo Campus Coxim do IFMS ajudaram a solucionar problemas da comunidade local e ainda contribuíram na formação dos estudantes da instituição. Os dados são da Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação (Propi).

 

Os projetos recebem fomento institucional por meio de recursos próprios do IFMS e também oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além de custear bolsas de iniciação científica aos estudantes que participam dos estudos, os editais também oferecem apoio financeiro para a execução das atividades. Somente no ciclo 2018-2019 foram investidos R$ 159 mil.

 

As pesquisas desenvolvidas em Coxim também se traduzem em premiações. Desde a implantação do campus, estudantes do IFMS e de outras instituições de ensino da região já receberam 48 prêmios estaduais, nacionais e internacionais.

 

“Os estudantes têm a possibilidade de buscar soluções para resolver problemas nas diversas áreas de conhecimento, utilizando procedimentos metodológicos, discutindo e apresentando resultados para a sociedade, enfim, produzindo ciência”, avalia o coordenador de Pesquisa e Inovação do IFMS em Coxim, Hugo Siscar.

 

“A prática da iniciação científica no campus tem apresentado resultados relevantes para a comunidade. Os estudantes têm a possibilidade de buscar soluções para resolver problemas nas diversas áreas de conhecimento, utilizando procedimentos metodológicos, discutindo e apresentando resultados para a sociedade, enfim, produzindo ciência”, avalia o professor Hugo Siscar, coordenador de Pesquisa e Inovação do IFMS em Coxim.

 

Por oferecer cursos relacionados ao eixo tecnológico Produção Alimentícia – técnico integrado em Alimentos (nível médio) e o superior de tecnologia em Alimentos – o Campus Coxim do IFMS desenvolve muitas pesquisas que trazem benefícios diretos ou indiretos nessa área. Os estudantes produzem trabalhos que buscam, por exemplo, baratear custos de produção e melhorar o teor nutricional do que é consumido.

 

São exemplos os projetos de elaboração de produtos panificados com farinhas vegetais, orientados pela professora Cláudia Munhoz, que desenvolvem diversos tipos de alimentos enriquecidos com os produtos, como bolos, biscoitos, entre outros. Além de aumentar a capacidade nutricional, as farinhas desenvolvidas no campus tornam o processo de produção mais barato, devido ao uso da secagem solar.

 

“Foram elaboradas farinhas com espinafre e com folhas de taioba, com uso de secagem solar, uma vez que aqui em Coxim a incidência solar é grande. A partir dessas farinhas foram elaborados muffins com farinha de taioba e biscoitos tipo cookie com farinha de espinafre. Já fizemos outros trabalhos com batata doce e, atualmente, estamos fazendo com bacuri e casca de melancia”, explica a orientadora.

 

O estudante do curso técnico em Alimentos, Marcos Alberto, é autor do projeto que utiliza farinha produzida a partir das folhas e dos caules do espinafre. O jovem explica que existe um grande desperdício dessas partes da planta e que a pesquisa busca dar uma destinação ao produto e gerar benefícios para quem consome.

 

“Realizamos a utilização integral dos alimentos, até as partes que seriam descartadas. Essas partes são fontes ricas em fibras, minerais e vitaminas. O espinafre possui alto teor de nutrientes e é um vegetal muito encontrado aqui no nosso município”, explica Alberto.

 

A busca por produtos nutricionais que visam melhorar a saúde do consumidor é tradicional no campus e já recebeu premiações internacionais. Em 2014, a Organização dos Estados Americanos (OEA) reconheceu como destaque das Américas a pesquisa das estudantes Rayane Melo e Carla Okabe, que desenvolveram um suplemento com potencial anticancerígeno à base de soja.

 

Projetos inovadores 

 

Pesquisas desenvolvidas por estudantes de cursos do eixo tecnológico Informação e Comunicação oferecidos pelo IFMS também têm contribuído para a comunidade local. Coxim atualmente é a única cidade do estado a contar com um aplicativo que unifica as chamadas de emergência para Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

 

Desenvolvido pelos estudantes do curso técnico em Informática Mariana Dias Nogueira, Eitor Bernardes de Paiva e Thiago Ferronatto, o aplicativo Appuros permite que, por meio de um simples toque na tela do celular, seja possível acionar um desses serviços de segurança. A central de atendimento recebe automaticamente a localização da pessoa e os dados cadastrados, como tipo sanguíneo, alergias e outras informações. Um vídeo sobre o aplicativo está disponível no Youtube.

 

Outro projeto, desenvolvido pelo estudante do curso técnico em Informática, Fábio Tomaz Santos, pretende criar um novo tratamento complementar para a AIDS, por meio da ozonização do soro fisiológico. A ideia é aplicar o ozônio, que tem a capacidade de destruir qualquer vírus, na corrente sanguínea de pacientes para combater o HIV. Ainda em fase de desenvolvimento, o projeto foi premiado na edição 2019 da Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec/MS) com o quarto lugar na área de Saúde. Um vídeo elaborado pelo estudante explica a ideia.

 

Iniciação Científica

 

Em todas as pesquisas citadas, há um ponto em comum. Os estudantes receberam apoio do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica. Desde 2014, o Campus Coxim desenvolveu 78 projetos e ofereceu bolsas, com recursos próprios e do CNPq, para 237 alunos de nível médio e superior.

 

“O IFMS é a mãe do projeto. Todos os testes com bactérias e toda a fundamentação teórica surgiram em reuniões no Instituto Federal. No começo, eu nem tinha computador e muitos artigos foram lidos por causa do ambiente fornecido pelo Instituto. Utilizamos muito a biblioteca e os laboratórios de biologia”, afirmou o estudante Fábio, que recebeu bolsa do CNPq para o projeto sobre ozonização.

 

Além disso, o IFMS também colaborou para que estudantes das redes municipal e estadual tivessem um espaço próprio para apresentar suas produções científicas por meio das Feiras de Ciência e Tecnologia, realizadas nos 10 campi da instituição. Em Coxim, a feira local (Fecintecx) recebeu mais de 244 trabalhos desde 2014, desenvolvidos por estudantes do ensino fundamental, médio e técnico integrado, de escolas públicas e privadas do município e região.

 

As inscrições para a edição 2019 seguem abertas e podem ser feitas por meio do Sistema de Submissão pelo orientador do projeto de pesquisa, que precisa ter vínculo empregatício com instituições de ensino ou ser servidor público. Todas as regras de participação estão disponíveis no edital publicado na Central de Seleção.

 

Campus Coxim: Pesquisas em Números (2014 – 2019)

Estudantes que realizaram pesquisa no campus 237
Prêmios Conquistados em Feiras Externas
(Fetec, Mostratec, Febrace e Intel ISEF)
48
Projetos apresentados na Fecitecx 244
Projetos apresentados no Semict (Seminário de Iniciação Científica) 77
Projetos apoiados com bolsas e custeio 78
Estudantes apoiados com bolsas CNPq e IFMS 197
Investimentos no Ciclo 2018/2019 R$ 159.116, 42

 

Investimentos

 

Para financiar 178 projetos de pesquisa nos dez campi e conceder bolsas aos 405 estudantes envolvidos com iniciação científica no ciclo 2018-2019, foram investidos R$ 564.540,39. No caso das bolsas, os recursos são provenientes do orçamento do IFMS e do CNPq.

 

A série histórica de investimentos do IFMS mostra que, entre 2010 e julho de 2019, quando foi encerrado o último ciclo da iniciação científica, foram investidos R$ 3.564.927,39, com o desenvolvimento de 928 projetos de pesquisa.

 

Para o novo ciclo da iniciação científica, foram selecionadas 211 propostas de projetos de pesquisa com a participação de 497 estudantes do IFMS. Desse total, 218 deverão ser contemplados com bolsas.

 

As pesquisas serão desenvolvidas entre agosto deste ano e julho de 2020, gerando produtos ou processos com foco na busca por soluções criativas e inovadoras a problemas da sociedade. São protótipos, dispositivos, planos de ação, manuais, cartilhas, softwares, sites, aplicativos, procedimentos, entre outros exemplos.

 

Fonte: IFMS