Presidente Jair Bolsonaro assina decreto sobre bem-estar de animais usados por entidades que promovem rodeios

Decreto presidencial assinado na noite de sábado (17) estabelece que compete ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) avaliar os protocolos de bem-estar animal elaborados por entidades promotoras de rodeios.

 

Na prática, o decreto que o presidente Jair Bolsonaro assinou ao participar da 64ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP) complementa a Lei nº 10.519 , de julho de 2002, que estabelece as normas de promoção e fiscalização da defesa sanitária animal em rodeios.

 

O decreto, que será publicado no Diário Oficial da União, estipula que o Mapa poderá, a qualquer momento, requerer parecer de especialistas para subsidiá-lo na avaliação dos protocolos de bem-estar dos animais empregados nos eventos de montaria, com ou sem provas de laço, realizados para avaliar a habilidade dos peões em dominar os animais.

 

O texto assinado pelo presidente também decreta que será responsabilidade dos órgãos de sanidade agropecuária dos estados e do Distrito Federal checar o cumprimento dos protocolos de bem-estar animal elaborados pelas entidades promotoras de rodeios e devidamente reconhecidos pelo Mapa. O reconhecimento destes protocolos se dará por meio de ato administrativo normativo assinado pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

Pela Lei nº 10.519, de 2002, aplicam-se aos rodeios as disposições gerais relativas à defesa sanitária animal, incluindo-se a exigência dos atestados de vacinação contra a febre aftosa e de controle da anemia infecciosa eqüina.

 

Em nota, a associação Os Independentes, promotora da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, elogiou a assinatura do decreto. “Por meio de um ato corajoso, o presidente está demonstrando que é possível ter um rodeio 100% sem maus tratos [aos animais]. Esse decreto permitirá a realização de rodeios sem qualquer risco”, comentou Ricardo Batista da Rocha, presidente da associação.

Mega-Sena acumula e vai pagar prêmio de R$ 31 milhões no próximo sorteio

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.180 da Mega-Sena, realizado sábado (17) em São Paulo. O prêmio acumulou e a Caixa Econômica Federal deve pagar R$  31milhões na próxima quarta-feira (21), data do próximo sorteio.

 

As dezenas sorteadas foram: 10 – 12 – 16 – 21 – 28 – 38.

 

No mesmo concurso, a Quina saiu para 95 apostadores, que vão levar para casa R$ 28.276,52. Os ganhadores que acertaram a quadra vão receber R$ 558,67.

 

A Mega-Sena paga milhões para quem acertar os 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. A jogo de seis números custa R$ 3,50.

 

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa espacial: “Estamos no caminho errado”, afirma astrônoma e astrofísica

Uma pesquisa de opinião divulgada em junho, feita junto a 2.206 pessoas de 15 a 24 anos, revelou que 93% dos jovens de todo o país não sabem o nome de nenhum cientista brasileiro. O levantamento, disponível na internet, acendeu um sinal amarelo entre as pessoas que fazem divulgação científica.

 

Levar a ciência a pessoas leigas, instigar a curiosidade das crianças e, em especial, o interesse pela pesquisa científica nas meninas tem sido parte da missão iluminista que a astrônoma e astrofísica Duília de Mello, 55 anos, paulista criada no Rio de Janeiro, tomou para si quando passou a ser considerada uma das pessoas mais influentes em seu campo de trabalho.

 

Duília já morou no Chile, na Suécia e nos Estados Unidos, onde trabalhou na agência espacial americana (Nasa). Atualmente, mantêm-se como pesquisadora associada à agência, e é também professora titular, vice-reitora e decana de Avaliação na Universidade Católica da América em Washington D.C., capital dos EUA.

 

A cientista esteve, na última semana, na Universidade de Brasília, para abrir o semestre letivo e fazer divulgação científica, quando atendeu a Agência Brasil para a seguinte entrevista:

 

Agência Brasil: O mundo resolveu desacreditar na ciência?
Duílla de Mello: Estamos passando por um momento muito difícil, de descrédito. As pessoas acham que ciência é religião, que se acredita ou não se acredita. Não é assim. Ciência é baseada em fatos, não precisa de crença. O fato existe, a gente interpreta o fato com método científico. É com muita tristeza que vejo esse passo que a humanidade está dando. Tenho impressão que isso é passageiro, que é só uma regressão que estamos vivendo porque houve um certo descuido, principalmente, dos cientistas que precisam comunicar a ciência todos os dias ao público, e precisa educar o jovem para a ciência. Os cientistas no mundo todo acharam que a escola estava educando o suficiente e demonstrando a importância da ciência. Espero que todos os cientistas acordem, porque passou da hora de comunicar a ciência. É uma coisa muito difícil, não é todo mundo que tem talento de passar conhecimentos difíceis para uma linguagem simples.

Agência Brasil: E paciência para lidar com jornalistas…
Mello: Pois é. Muita gente perde a paciência porque interpretam errado as palavras que a gente fala e aí saem umas coisas erradas. Mas é preciso continuar falando até sair certo.  Hoje, com o alcance da mídia social, a gente pode comunicar para muitos ao mesmo tempo. É complicado [porém] com as notícias falsas. Eu nunca pensei que tivesse de explicar em pleno século 21 que a Terra é redonda ou que as vacinas fazem bem! As pessoas se esqueceram da história da humanidade. A gente precisa lembrar.

Agência Brasil: A senhora atua para despertar o interesse pela ciência, especialmente, das meninas. Isso tem melhorado?
Mello: Tem melhorado no mundo todo, mas cada país vai com um passo diferente. No Brasil, sempre foi um pouquinho melhor do que em outros lugares.

Agência Brasil: Por quê?
Mello: A gente não sabe exatamente os motivos. Mas veja o que acontece, por exemplo no norte Europa. É um absurdo! Eu fui a uma defesa de doutorado na Suécia que só tinha duas mulheres, eu e a mãe do homem que estava defendendo a tese. Havia 80 homens no auditório. Eu fui para a Suécia em um programa de balanço de gênero, para melhorar o número de mulheres nas engenharias e na ciência… É mundial o problema, não é só brasileiro. Nos Estados Unidos, a gente faz um trabalho muito grande com as meninas nas escolas. Não pode esperar virar adolescente. Tem que ser com criança. Na hora que vira adolescente, quer fazer aquilo que sua amiguinha está fazendo. A gente precisa mostrar às meninas que mulher pode fazer o que quiser, desde que ela goste daquilo. Eu tenho certeza que a mulher gosta da engenharia e da ciência também. Ela só não despertou porque não foi motivada. Eu vejo meninas pequenas, criancinhas, interessadas em foguete, no céu e na Lua. Tem uma frase em inglês que diz assim “we are what we see”, “a gente é o que a gente vê”. É preciso mostrar às mulheres na ciência para as meninas e para os meninos também. Quando a gente faz isso, mostra que não existe nenhum problema de gênero. Eu sou esperançosa e já vejo uma mudança disso. Interessante é que em países latinos têm mais mulher na ciência. Muitas vezes, as pessoas têm medo de fazer ciência porque acham que vão morrer de fome, que não vão arrumar emprego. A gente precisa mostrar que não é verdade isso.

Agência Brasil: A senhora trabalhou com o Hubble. Qual o legado do telescópio espacial?
Mello: O Hubble veio para substituir a Missão Apollo. Ele, junto com o ônibus espacial, era o carro-chefe da Nasa. O Hubble fica orbitando a terra e vê o universo acima da nossa atmosfera, que atrapalha a visão das luzes das estrelas. Ele está a cerca de 600 quilômetros de altitude, de onde fica olhando o universo. O Hubble fez, em abril, 29anos – era para ter feito só 15 anos – uma história de sucesso. Ele nos ensinou coisas que não havia a mínima ideia, como a evolução das galáxias, a formação de planetas. O Hubble nos ensinou como que as nuvens formam estrelas. Mostrou muita coisa do sistema solar. A gente viu cometa colidindo com Júpiter, a gente viu isso quase que ao vivo. O Hubble tem papel importantíssimo de desvendar o universo. O telescópio também tem suas limitações. Ele é relativamente pequeno, e enxerga uma área do céu pequena.

Agência Brasil: O Hubble tem parcerias para uso de inteligência artificial?
Mello: O Hubble tem um programa que se chama Ciência do Cidadão, Citizen Science, que é para ajudar a classificar, por exemplo, as galáxias ou discos protoplanetários [formados basicamente por gases]. São muitas imagens, e é preciso a ajuda do público para fazer isso. Também usa o machine learning que é um processo de inteligência artificial para classificar os objetos. O Kepler, que é um satélite que descobre planetas ao redor das estrelas, faz isso também muito bem.

Agência Brasil: O que as descobertas recentes sobre buracos negros agregam para a pesquisa espacial?
Mello: Os buracos negros sempre fascinaram. Era uma previsão teórica do [Albert] Einstein, que durante um século, praticamente, os cientistas tentaram ver. Tínhamos evidências indiretas, mas não tínhamos uma foto. O horizonte de eventos [fronteira ao redor de um buraco negro] mostra a parte mais próxima a um buraco negro, os arredores. Isso comprova todas as teorias que a gente tinha sobre formação de buraco negro. Não podemos confundir os buracos negros estelares com os buracos negros super massivos, que têm até bilhões de vezes a massa do Sol e vivem no interior das galáxias. Os buracos negros estelares, também previstos por Einstein, são fruto da evolução das estrelas muito massivas que explodem as supernovas. Depois o que sobra entra em colapso e forma um buraco negro central. Não temos fotos desses buracos negros, mas temos evidências de que existem. Por exemplo, se tiver estrela do lado, essa começa a perder massa – que está indo para o buraco negro vizinho. A gente consegue detectar aquecimento na região examinada.

Agência Brasil: Que hipóteses explicam a expansão e o aceleramento do universo?
Mello: Foi descoberto há cerca de dez anos que o universo não está apenas se expandindo, como também está acelerando. Isso nos faz eliminar hipóteses de que o universo começou com o big bang, com uma grande expansão, e que depois um dia entraria em colapso em um ponto central novamente. A gente já sabe que isso não vai acontecer. O universo está acelerando e isso é um caminho sem fim. O universo vai continuar expandindo para sempre. Como se descobriu que ele está acelerando? A observação das estrelas, que explodiram a muitos e muitos bilhões de anos atrás, verificou que a velocidade delas tinha aceleração. A aceleração é produzida por uma massa que a gente não vê. Essa massa, chamamos de energia escura. A energia escura é o grande desafio das próximas décadas. Quando a gente faz as contas, dá que mais de 70% do universo seria feito de energia escura. Se a gente somar isso com a matéria escura ao redor das galáxias, que faz parte da massa das galáxias e somam 25% do universo, temos 95% do universo. Então, tudo que a gente estuda na astronomia é só 5%. Estamos no caminho errado. Temos que estudar o resto.

 

 

Fonte: Agência Brasil

Maior rendimento do FGTS exige atenção no saque; renda será mais que poupança

A distribuição de 100% dos lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) exigirá planejamento do trabalhador que sacar tanto os R$ 500 distribuídos até março como os saques na data do aniversário a partir de abril do próximo ano. A mudança nos rendimentos fará o FGTS render mais que a poupança e os títulos do Tesouro Direto vinculados à Selic – juros básicos da economia.

 

Atualmente, a taxa Selic está em 6% ao ano, no menor nível da história, e deve cair ainda mais na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na metade de setembro. A poupança rende atualmente 4,2% ao ano, o equivalente a 70% da Selic. Em contrapartida, o FGTS deverá encerrar 2019 com rendimento de 6,18%.

 

O FGTS rende 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), que está zerada. Além disso, desde 2017, o fundo distribuía 50% dos lucros do ano anterior. Dessa forma, metade do lucro era dividida entre os cotistas, cada um ficando com um valor proporcional ao saldo da conta.

 

Em 2017, o FGTS distribuiu R$ 7,2 bilhões dos resultados de 2016 entre os trabalhadores. Em 2018, o valor repartido chegou a R$ 6,23 bilhões dos lucros do ano anterior. Para este ano, no entanto, o balanço provisório do FGTS em 2018, em análise pela Caixa Econômica Federal, aponta lucro de 12,2 bilhões, o que daria rentabilidade total de 6,18%.

 

Planejamento

 

A rentabilidade superior a 6% não garante que o Fundo de Garantia renda esse valor todos os anos. Na verdade, a tendência é que os lucros diminuam em valor absoluto nos próximos anos com a os saques nas contas ativas e inativas. Segundo o próprio Ministério da Economia, serão liberados R$ 28 bilhões do FGTS em 2019 e R$ 12 bilhões em 2020, diminuindo o estoque de recursos no fundo.

 

Professor de Finanças do Ibmec, Gilberto Braga, diz que o aumento de rentabilidade do FGTS exigirá cuidado e planejamento do trabalhador. Ele, no entanto, diz que diversos instrumentos continuam a oferecer rendimentos maiores que o Fundo de Garantia.

 

“Os títulos prefixados do Tesouro Direto de prazo maior ainda são uma alternativa atrativa e costumam ser procurados nos momentos de queda da Selic, como o atual”, explica. Os papéis prefixados com vencimento em 2025 eram vendidos com rendimento de 6,85% ao ano na última sexta-feira (16).

 

Outra opção são as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI), que são isentas de Imposto de Renda. Esses investimentos, no entanto, exigem valores elevados de aplicações iniciais, a partir de R$ 1 mil ou R$ 5 mil, e só podem ser resgatado no vencimento da aplicação, que chega a sete anos para os papéis mais atrativos.

 

O coordenador do MBA de gestão financeira da Fundação Getulio Vargas, Ricardo Teixeira, no entanto, diz que o trabalhador deve analisar as opções e estar ciente de que, com a queda da taxa Selic, o investidor deverá assumir mais riscos se quiser obter rendimentos elevados. “O trabalhador deve estar atento para fazer boas aplicações, mas deverá saber que correrá risco maior. Quem está próximo da aposentadoria e sacará o FGTS em breve, talvez esse risco pode ser válido, mas é preciso cuidado e conhecimento”, aconselha.

 

Recomendações

 

Os dois especialistas aconselham ao trabalhador sacar a parcela de R$ 500 para quitar dívidas. Caso o valor do débito seja grande, ele poderá usar o valor retirado para negociar um abatimento. Se o trabalhador não tiver dívida, os dois economistas recomendam a montagem de uma reserva de emergência, equivalente a alguns meses da renda, para dar segurança financeira.

 

O investimento mais indicado para reservas de emergência são os títulos do Tesouro corrigidos pela Selic, que podem ser sacados com facilidade e sem perdas a partir do 30º dia. Mesmo com os juros básicos da economia rendendo menos que o FGTS em 2019, a montagem da reserva de emergência pode ser vantajosa ao constituir um colchão financeiro para o trabalhador.

 

“Mesmo rendendo mais que a Selic atualmente, o dinheiro do FGTS está parado na conta e só pode ser retirado em situações especiais. Com a liberação dos saques, o dinheiro passará a constituir uma reserva que pode ser usada em momentos de imprevistos. Sob esse ângulo, retirar o dinheiro pode valer a pena, mas cada caso é um caso”, diz Braga.

 

Somente depois de constituir a reserva de emergência, o trabalhador pode investir o restante, tendo a consciência de que o dinheiro ficará parado muitos anos para obter rendimentos expressivos. “Se o trabalhador usar o dinheiro que sobrar do FGTS para consumir, que compre bens duráveis e de que realmente esteja precisando. Mas, se já tiver uma reserva de emergência, o ideal é investir pensando no longo prazo”, explica Teixeira.

 

Fonte: Agência Brasil

CNI: governo avançou na pauta de comércio exterior em sete meses

Os primeiros sete meses do governo de Jair Bolsonaro registraram avanços na pauta de comércio exterior. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que analisou 22 ações da agenda do governo para a área e constatou que 13 delas tiveram melhoras, o equivalente a 59%.

 

Entre os temas com avanço, os principais são a conclusão do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e o apoio do governo norte-americano à admissão do país à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O levantamento também citou como exemplos de melhora o fim da cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no câmbio sobre exportações e a assinatura do acordo com o Uruguai para evitar a bitributação.

 

A entidade listou ainda entre os avanços a publicação do decreto que amplia as atribuições do ombudsman de investimentos diretos (instrumento de consulta de investidores estrangeiros sobre a legislação e os processos administrativos no Brasil), a atualização das regras sobre preços de transferência para multinacionais (preços cobrados nas transações entre a sede de uma empresa no exterior e a filial brasileira) e a adesão do Brasil ao protocolo de Madri (tratado internacional que simplifica e reduz custos para o registro de marcas de empresas brasileiras em outros países).

 

Pendências

 

A CNI classificou seis ações como pendentes, que aguardam atos do Poder Executivo para serem concluídas. A primeira é a edição do decreto presidencial que põe fim ao acordo marítimo entre o Brasil e o Chile. Segundo a confederação, o atual acordo prejudica o comércio bilateral com fretes até 40% mais caros e limita a competição na oferta de navios.

 

As demais ações consideradas pendentes são os decretos que recriam a Câmara de Comércio Exterior (Camex); o Comitê Nacional de Facilitação de Comércio (Confac), previsto no Acordo de Facilitação do Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC); o Comitê Nacional de Promoção Comercial (Copcom); e o Comitê Gestor do Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras (SEM Barreiras).

 

Apesar dos avanços na maioria das ações, o levantamento constatou que houve retrocesso em três temas (14%). O primeiro é a falta de recursos orçamentários para o desenvolvimento do módulo de importação do Portal Único de Comércio Exterior e para a manutenção do módulo de exportação já existente. Ferramenta mais importante do comércio exterior brasileiro, o portal é usado rotineiramente pelas 25 mil empresas exportadoras e 44 mil importadoras em todo o país.

 

O segundo retrocesso foi provocado pela mudança na regra de análise dos direitos antidumping (imposição de tarifas para empresas e produtos de outros países que praticam concorrência desleal com os equivalentes nacionais). Segundo a CNI, as alterações ocorreram sem consulta pública prévia.

 

A CNI também considerou ter havido retrocesso no processo de revisão da tarifa externa comum (TEC) do Mercosul. Conforme a confederação, a Coalização Empresarial Brasileira (CEB) encaminhou carta ao Ministério da Economia reforçando o pedido para que haja diálogo com o setor produtivo em relação ao assunto. Nesses casos, a OCDE recomenda a realização de consultas públicas e a elaboração de análises de impacto regulatório antes da adoção de normas que possam afetar o setor privado.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Com apoio do Governo do Estado, Comitiva dos Chefs encerra neste domingo com concurso de churrasqueiro amador

Encerra neste domingo (18.08) a 2ª Edição da “Comitiva dos Chefs” que acontece desde sexa-feira (16) na Plataforma Cultural da Esplanada Ferroviária, em Campo Grande. Com apoio do Governo do Estado, o evento reúne conceituados e criativos nomes da gastronomia do Estado e também nomes internacionais,  onde oferecem uma diversidade de receitas pautadas em ingredientes encontrados em solo sul-mato grossense.

 

A programação termina com o concurso do melhor Churrasqueiro Amador. A programação começa às 12h e vai até às 22h  e a entrada é gratuita. São mais 20 stands gastronômicos com doces e salgados, e preços que variam de R$ 10,00 a R$ 25,00 que deixa qualquer um com água na boca.

 

No cardápio das opções: risoto de Carne de Jacaré, hambúrguer de Jacaré, o tradicional espetinho, sobá vegano, arroz carreteiro Pantaneiro entre outros. Algumas receitas já bem conhecidas e tradicionais do cardápio de Mato Grosso do Sul são apresentadas numa releitura diferente, adicionando novos elementos típicos da região. Um prato cheio para quem gosta de saborear novidades à mesa.

 

Na Plataforma Cultural também acontece a exposição de artesanato em celebração ao aniversário de 120 de Campo Grande. Além da comida e arte, a mostra também tem espaço de exposição de artesanatos e programação musical.

 

Adri Lang acredita que mais eventos devem ser promovidos

A artista plástica Adri Lang, que é de Campo Grande, mas está radicada em São Paulo há 20 anos, acredita que a oportunidade de mostrar o seu trabalho para os conterrâneos. Advogada de formação, ela fala que encontrou na arte a libertação.

 

“Fui convidada pelos organizadores do evento e vi uma oportunidade de mostrar para amigos e familiares a minha arte, como também apresentar o meu trabalho para o Estado”, conta Adri Lang que promove hoje, das 14h às 17h,  a oficina de cerâmica junto com outros artistas. “É um momento para toda a família, somo todos crianças”, finalizou.

 

Veja a programação deste domingo:

Meteorologia prevê domingo de muito sol, névoa seca e calor em Mato Grosso do Sul

Os termômetros podem chegar aos 37°C neste domingo (18.08) em Mato Grosso do Sul. É o que aponta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê tempo parcialmente nublado a claro com névoa seca, e índices de umidade muito baixos nas horas mais quentes do dia, podendo chegar aos 20%, considerado estado alerta, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

O dia começa com temperaturas amenas, entre 15°C e 17°C, e a umidade do ar em torno de 60%. Para a Capital a meteorologia indica tempo parcialmente nublado com névoa seca, e temperaturas entre 21°C e 34°C.

 

Confira a previsão para algumas regiões do Estado no mapa do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec).

Na abertura do 35° Bon Odori, Governo inaugura quadra poliesportiva na AECNB

O secretário especial do Governo do Estado, Carlos Alberto de Assis, representou o Governador Reinaldo Azambuja, na abertura do 35° Bon Odori, e inauguração da quadra poliesportiva da Associação Esportiva e Cultural Nipo Brasileira (AECNB) ontem (17.08).

 

“Uma festa tradicional que reúne toda comunidade nipo-brasileira, que tem uma participação intensa no desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Por isso o Governo do Estado se faz presente, com investimentos. Hoje aqui inaugurando essa quadra que vem agregar mais espaços”, enfatizou Assis lembrando que MS possui a terceira maior comunidade nipônica do país.

 

O espaço coberto que passa a integrar a infraestrutura da AECBN, foi construído com recursos que totalizam R$ 370,5 mil. A contrapartida do Governo do Estado, no valor de R$ 126,8 mil, via Fundo de Investimentos Esportivos (FIE), para liberação de uma emenda no valor de R$ 243,7 mil, permitiu a construção do novo ginásio multiuso da associação.

 

Inauguração da quadra multiuso Nipo Brasileira

Presente no evento o diretor presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda, destacou a valorização da cultura e o fortalecimento do esporte. “E esse dia é muito especial também, pela inauguração do ginásio, que desde 2012 esse recurso estava parado, o Governador Reinaldo Azambuja pediu que a gente resgatasse essa emenda parlamentar, com todo apoio da direção da associação Nipo, a gente conseguiu”, lembra.

 

O presidente da AECNB, Nilson Aguena agradeceu a parceria do Governo na modernização da infraestrutura do local. “A família nipo hoje está mais feliz porque está ganhando mais um espaço. Gostaria que o senhor levasse nossa muito obrigado para o nosso governador” destacou.

 

Considerada a maior festa da comunidade japonesa em Campo Grande, o Bon Odori de 2019 faz alusão às comemorações do 120º Aniversário da Capital. Em dois dias de evento, sábado e domingo, a sede da AECNB recebe visitantes com música, dança e comidas típicas.

 

O Bon Odori tem sua origem no Budismo, quando os japoneses se reuniam em festa para agradecer a colheita e celebrar as almas dos antepassados. O som dos tambores típicos (taiko), das flautas de bambu (fue) e do canto em estilo min’yo embalam a dança que consiste em movimentos delicados e simples com cinco gestos básicos que simbolizam: colher, ceifar, semear, agradecer e festejar.

Rede Solidária promove neste final de semana Campeonato de Karatê Kenshi-Kai

O Núcleo de Esportes do Programa Rede Solidária, desenvolvido pelo Governo do Estado e gerenciado pela Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), promove neste domingo (18.08) o 2° Campeonato de Karatê do Rede Solidária.

 

A partir das 8h, aproximadamente 120 atletas tanto do programa quanto de escolas e academias de karatê de Campo Grande estarão reunidos no Ginásio da Escola Estadual Joaquim Murtinho para competir na modalidade denominada Karatê Kenshi-Kai, que tem por filosofia a busca de elevação espiritual, desenvolvimento da força física, mental e cultural, além de cultivar o cavalheirismo.

 

De acordo com o mestre Marcos Ribeiro, professor da modalidade no programa, a realização do campeonato é uma importante etapa para o crescimento emocional e social dos atletas. “Quando o atleta participa de competições é praticado com ele o auto-controle e o auto-conhecimento, um atua na capacidade de dominar a situação de stress da competição, ajudando a lidar com esse tipo de situação nas relações pessoais, e o outro ajuda no controle da agressividade, realidade presente no meio em que nossos alunos estão inseridos com a vulnerabilidade social presente no local onde eles moram”, explicou o professor.

 

O trabalho de fortalecimento de vínculos através do esporte desenvolvido pelo programa Rede Solidária faz parte do módulo de ação Educação, Cultura e Esporte, que busca promover o desenvolvimento de crianças e adolescentes através do fortalecimento dos vínculos familiares e garantindo cidadania por meio de atividades culturais, educativas e assistenciais.

 

“Ano passado, o primeiro campeonato foi interno, somente com atletas das duas unidades do Rede; desta vez estamos abrindo para as academias e escolas de toda cidade por entender a importância desse evento. É nítido o crescimento dos atletas, tanto na parte emocional como na intelectual, o ganho para concentração, disciplina, respeito, reflete na escola e em casa. O campeonato também é uma forma de incentivar os atletas a continuarem na modalidade”, analisa mestre Marcos.

 

A competição contará com as modalidades Infantil até 12 anos e Juvenil de 13 a 14 anos, nas categorias Leve, Médio e Pesado. Haverá também participação especial de aproximadamente 20 atletas da modalidade Baby, com crianças de 5 a 6 anos de idade.

 

As apostas do Rede Solidária para a competição são os atletas do programa, Paulo Júnior, campeão estadual 2018 na categoria Infantil Leve até 10 anos, Camila Araújo, campeã campo-grandense na categoria Infantil até 10 anos e Talita Pinheiro, que no ano passado foi campeã em duas competições na categoria Infantil até 10 anos.

 

O evento conta com a participação da Federação de Karatê Kenshi-Kai de Mato Grosso do Sul, que será responsável pela arbitragem do campeonato.