Inep analisará pedido de estudante que se sentiu prejudicado no Enem; caso seja confirmado estudante fará nova prova

O estudante que se sentiu prejudicado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá informar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a partir do dia 11. Cada caso será analisado e o participante poderá ter direito a fazer a prova novamente.

 

“Caso você tenha se sentido prejudicado com relação à logística de aplicação do exame no primeiro dia, compareça ao segundo dia e registre sua reclamação na Página do Participante a partir do dia 11 de novembro”, orienta a coordenadora de Procedimentos de Aplicação do Inep, Patrícia Onório.

 

De acordo com o edital do Enem, o participante tem cinco dias úteis após o segundo dia de aplicação do exame, no dia 10 de novembro, para registrar a reclamação. Poderão ter direito à reaplicação aqueles que foram afetados por problemas logísticos. Os casos serão julgados, individualmente, pela Comissão de Demandas.

 

São considerados problemas logísticos fatores como desastres naturais que prejudiquem a aplicação devido ao comprometimento da infraestrutura do local; falta de energia elétrica que comprometa a visibilidade da prova pela ausência de luz natural; e erro de execução de procedimento de aplicação pelo aplicador que leve ao comprovado prejuízo do participante.

 

Os estudantes que sentiram alguma indisposição ou problema de saúde e tiveram que sair da sala onde estava sendo aplicada a prova não terão direito à reaplicação, segundo as regras do exame.

 

Os registros devem ser feitos na Página do Participante. A aprovação ou reprovação da solicitação da reaplicação será divulgada também nessa página. A prova será reaplicada nos dias 10 e 11 de dezembro.

 

Declaração

 

Os candidatos que precisarem comprovar presença no dia de prova do Enem para, por exemplo, justificar falta no trabalho, devem imprimir a Declaração de Comparecimento personalizada, disponível na Página do Participante.

 

A declaração do segundo dia de prova pode ser acessada a partir de hoje (4) e deve ser impressa e entregue ao aplicador no dia do exame.

 

As regras do Enem para o segundo exame são as mesmas. Os portões abrirão às 12h e fecharão às 13h, no horário de Brasília. A duração do exame, no entanto, será menor, os participantes terão 5 horas para resolver as questões.

 

No domingo (3), os estudantes fizeram as provas de redação, ciências humanas e linguagens. No próximo domingo (10), farão as provas de matemática e ciências da natureza.

 

Candidatos inscritos que faltaram no primeiro dia, podem fazer as provas do segundo dia.

 

Fonte: Agência Brasil

Ana Marcela é escolhida como melhor nadadora de águas abertas do mundo

A revista norte-americana de natação Swimming World escolheu a brasileira Ana Marcela Cunha como a melhor atleta de provas de águas abertas do mundo em 2019. Entre os homens, a premiação ficou com o alemão Florian Wellbrock.

 

2019 de títulos

 

Para alcançar este feito Ana Marcela teve um 2019 de conquistas, como as vitórias na etapa de Doha da Série Mundial, os dois ouros no Mundial (nas provas de 5 km e 25 km), a primeira posição nos Jogos Pan-Americanos em Lima (Peru) e as conquistas no Mundial de Praia, em Doha (Catar), e no Mundial Militar, em Wuhan (China).

 

Prêmio Atleta do Ano

 

Agora, Ana Marcela concorre ao prêmio de Melhor Atleta do Ano de 2019 concedido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Os campeões serão conhecidos no dia 10 de dezembro, oportunidade na qual acontece a cerimônia de entrega do Prêmio Brasil Olímpico na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

 

Entre os homens os candidatos são o surfista Gabriel Medina, o ginasta Arthur Nory e o canoísta Isaquias Queiroz. Já na premiação feminina concorrem Ana Marcela, a boxeadora Beatriz Ferreira e a esgrimista Nathalie Moellhausen.

 

Fonte: Agência Brasil

Governo notifica empresa do barco suspeito de ter vazado óleo

O governo federal informou ontem (4) que notificou a empresa grega Delta Tankers, proprietária da embarcação Boubolina, suspeita de ser a responsável pelo vazamento de óleo que alcança praias da Região Nordeste desde setembro. Segundo representantes do Executivo, o dano ainda está sendo calculado, mas pode chegar à casa dos bilhões de reais.

 

A investigação é conduzida pela Polícia Federal (PF) e pela Marinha. De acordo com a apuração, a embarcação grega Boubolina teria feito um carregamento na Venezuela, contornado a costa brasileira e seguido para uma região próxima à Cingapura e à Malásia, onde teria efetuado uma operação “barco a barco” de transferência de barris de óleo. O vazamento teria ocorrido no fim de julho.

 

Em entrevista a jornalistas em Brasília, o chefe de geointeligência da PF, Franco Perazzoni, declarou que a corporação cobrou por meio da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) que a companhia Delta Tankers se pronunciasse sobre o vazamento e esclarecesse informações sobre a viagem, como quem comandava o veículo, quanto foi carregado na Venezuela e qual foi o destino do óleo.

 

Um inquérito foi aberto pela Superintendência da PF no Rio Grande do Norte. A ação investiga diversos ilícitos relacionados ao episódio, como crime ambiental. Diante das evidências de óleo no Parque de Abrolhos, no sul da Bahia, as irregularidades incluiriam também violações contra áreas de proteção.

Franco Perazzoni disse ainda que a empresa grega é a única suspeita, mas que a equipe ainda vai analisar as respostas dela e das autoridades marítimas, não tendo ocorrido ainda o indiciamento da firma.

 

“Agora é a fase mais complexa no exterior. Já iniciamos a cooperação policial. Pedimos para a Grécia quem são os donos, quando abasteceu. Estamos aguardando os resultados de pedidos de cooperação e explorando toda forma de buscar dados. Temos que obter documentação, avançar para reunir elementos que necessitamos para chegar a conclusões”, comentou Perazzoni.

 

Além disso, inquéritos foram abertos pela Marinha juntamente a autoridades marítimas, inclusive internacionais. “A Marinha abriu inquérito administrativo que vai para o tribunal marítimo. Eles têm um poder de alcançar os responsáveis. A autoridade marítima brasileira oficiou autoridade marítima grega”, relatou o comandante operacional da Força, Leonardo Puntel.

 

Em nota divulgada em seu site, a empresa grega Delta Tankers rebateu alegando que conduziu uma apuração a partir de suas câmeras e sensores e que não haveria prova alguma de um vazamento de óleo durante o trajeto entre a Venezuela e a Malásia. No comunicado, a companhia também informou não ter sido comunicada ainda, mas que o material levantado por ela “será compartilhado com autoridades brasileiras”.

 

Multas

 

Caso comprovada a responsabilidade da empresa, ela poderá responder pelas infrações ambientais bem como por danos aos comerciantes da região. O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Leonardo Bim, lembrou que a multa máxima pela legislação é de R$ 50 milhões, mas que o valor final pode ir além desse montante.

 

“O limite é R$ 50 milhões, mas pode ser aplicada mais de uma multa a depender da infração. Podem ser considerados danos da União, estados e municípios. O dano não está quantificado ainda, mas pode chegar à casa de bilhões”.

 

Situação

 

Até hoje, o grupo de acompanhamento do governo federal contabilizou 321 praias em 110 municípios em nove estados atingidas desde o início do aparecimento das manchas de óleo. Segundo o Ministério da Defesa, hoje permaneciam 11 praias, em três estados: Bahia, Sergipe e Alagoas. Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte estão, conforme as autoridades do Executivo, “limpos”.

 

Ontem foram identificadas as primeiras manifestações de óleo no Parque de Abrolhos, no sul da Bahia. O comandante da Marinha classificou as substâncias identificadas de “fragmentos” e “pelotas”, buscando diferenciá-las das manchas que apareceram em outras praias. No dia de hoje, acrescentou, não houve registros de óleo no local.

 

Puntel ressaltou que o caso é inédito e que o óleo se desloca por baixo do mar, o que dificulta a previsibilidade da sua rota. O responsável pela operação assinalou que as manchas arrefeceram na Região Nordeste, mas que não é possível “descartar possibilidades”. “Como é óleo que vem submerso e não conseguimos detectar, não sabemos se tem muita coisa ou pouca coisa”, respondeu.

 

Fonte: Agência Brasil

Governo federal tenta reverter veto à carne bovina brasileira, afirma porta-voz

O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse ontem (4) que o governo espera reverter em breve a decisão do governo dos Estados Unidos de manter a suspensão da importação da carne bovina in natura do Brasil. A decisão dos EUA é resultado de uma inspeção técnica realizada pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em unidades brasileiras de produção de carne e cujo relatório foi entregue ao Ministério da Agricultura e Abastecimento do Brasil na última quinta-feira (30).

 

De acordo com o porta-voz, o resultado não era esperado pelo governo brasileiro. Barros disse que há a previsão de uma viagem da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, aos EUA para negociar uma nova inspeção.

 

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, fala à imprensa, no Palácio do Planalto
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, fala à imprensa, no Palácio do Planalto – Valter Campanato/Agência Brasil

“A nossa expectativa era de que o veto [à carne brasileira] não se mantivesse”, disse Barros em coletiva à imprensa no Palácio do Planalto. “Temos todas as capacidades [para passar na inspeção], já as apresentamos e a expectativa é que em breve este mercado esteja aberto”, acrescentou.

 

Litoral do Nordeste

 

Sobre o vazamento de óleo que atingiu o litoral do Nordeste, o porta-voz disse que o governo vem trabalhando para responsabilizar os envolvidos e que, após a finalização das investigações, vai acionar os responsáveis na Justiça.

 

O porta-voz disse ainda que não há confirmação se o presidente Jair Bolsonaro irá comparecer ao Congresso Nacional amanhã (5) para apresentar os projetos do governo relacionados às reformas tributária, administrativa e aos projetos que envolvem pacto federativo e privatizações de empresas e ativos do país. “Tudo indica que sim, mas eu prefiro aguardar a confirmação.”, disse Rêgo Barros.

 

O porta-voz confirmou também o pedido de demissão do general Maynard Marques de Santa Rosa da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. De acordo com o porta-voz, o pedido de desligamento da chefia da SAE foi feito nesta segunda-feira (4). “É a informação que me foi passada”, afirmou.

 

Fonte: Agência Brasil

Linhas pré-pagas de 17 estados devem ser recadastradas até dia 18, anuncia a Anatel

As pessoas com linha telefônica pré-paga em 17 estados têm até o dia 18 de novembro para fazerem um recadastramento e atualizarem seus dados, sob risco de ficarem com o serviço bloqueado. A medida faz parte do projeto da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a criação do cadastro nacional de usuários dos serviço de telefonia celular pré-paga.

 

A exigência vale para os moradores de cidades dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e São Paulo. Esta é a terceira e última fase do recadastramento, que iniciou em 2 de setembro.

 

Antes dela, residentes das demais Unidades da Federação também entraram na obrigação do recadastramento. O processo ocorreu até o dia 15 de outubro nos seguintes estados: Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Tocantins e Santa Catarina.

 

Os usuários de pacotes pré-pagos serão acionados pelas operadoras por canais como mensagem de texto, ligações ou pop ups em sites. O procedimento é aplicado apenas aos usuários com pendências cadastrais. As operadoras também disponibilizaram canais de atendimento para fornecer mais informações sobre o recadastramento, como páginas específicas nos sites e números, conforme dados da Anatel.

 

Claro 1052
Tim *144
Vivo *8486
Oi *144
Algar 1055
Sercomtel 1051

Após a conclusão do recadastramento, as informações serão reunidas em um site, a ser disponibilizado em janeiro do ano que vem pela Anatel. Os cidadãos poderão consultar as linhas ativas a partir do seu registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) para identificar se aquelas listadas estão corretas. Segundo a Agência, assim será possível identificar eventuais fraudes.

 

Fonte: Agência Brasil

Celulose, soja e carne bovina puxam exportações do Estado, com o acumulado chegando a US$ 4,8 milhões em 2019

O valor acumulado das exportações de Mato Grosso do Sul no período de janeiro a outubro de 2019 totalizou US$ 4,881 milhões, com uma cotação média do dólar no patamar de R$ 4,08 no mês de outubro. Com esse resultado da balança comercial, o Estado segue com superávit de US$ 2,5 milhões no acumulado de janeiro a outubro de 2019.

 

As informações são da Carta de Conjuntura do Setor Externo do mês de novembro, publicada nesta segunda-feira (4) pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). Clique aqui para fazer o download do documento.

 

“Esses resultados foram obtidos com o aumento de 10,19% das exportações de celulose e o crescimento de 22,54% das exportações de carne bovina. Mesmo com a queda de 43,35% das exportações de soja, Mato Grosso do Sul segue expandindo mercado de outros produtos tradicionais, como o milho, que registrou alta de 370% em relação ao mesmo período em 2018. O Governo renovou a paridade do milho e isso tem favorecido o crescimento das exportações do grão”, comentou o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

 

A China permanece como principal destino das exportações de Mato Grosso do Sul, com 41,5% do total da pauta, com crescimento de 78,77% de participação dos Estados Unidos e Japão com 267,7% de expansão. No âmbito regional, Três Lagoas segue como principal município exportador com 50,82% da pauta, com crescimento de 10,87% em relação ao mesmo período em 2018, baseado sobretudo nas exportações na indústria de Papel e Celulose.

Câmara oficializa Comissão Especial para averiguar irregularidades da Energisa

Resolução n. 1.325, publicada em edição extra do Diário do Legislativo ontem (4), oficializou a criação da Comissão Especial que vai investigar possíveis irregularidades no contrato entre a Energisa e o Estado de Mato Grosso do Sul. O colegiado será formado pelos vereadores André Salineiro (presidente), Vinicius Siqueira (relator) e Valdir Gomes (membro).

 

O grupo terá o prazo de cento e vinte dias, prorrogáveis por igual período, para apresentação do relatório conclusivo dos trabalhos. O objetivo é averiguar se há ou não descumprimento das cláusulas contratuais atinentes ao contrato da Energisa com o Estado de Mato Grosso do Sul.

 

A empresa, responsável pelo fornecimento de energia elétrica, tem sido alvo de inúmeras reclamações e, segundo consumidores, tem cobrado valores abusivos nas contas de luz.

 

A Câmara discute o aumento das tarifas desde o surgimento das primeiras reclamações, em janeiro deste ano, ainda durante o recesso parlamentar. À época, a Casa sediou reunião pública sobre o problema e o coordenador comercial da Energisa, Jonas Ortiz, descartou irregularidades nos valores cobrados nas contas. Ainda, justificou que o recorde de calor resultou no aumento do consumo de energia e, consequentemente, nas altas constatadas nas contas. As respostas não convenceram os vereadores.

 

No mês seguinte, mais de 210 vereadores de 54 municípios de Mato Grosso do Sul compareceram a audiência pública convocada pela Câmara Municipal para debater os aumentos expressivos registrados nas contas.

 

Inicialmente, o pedido feito pelos vereadores Vinicius Siqueira e André Salineiro foi de criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). Os parlamentares conseguiram reunir 11 assinaturas, no entanto, a Procuradoria Jurídica da Casa orientou pela criação da Comissão Especial, já que a matéria não é de competência Casa, por se tratar de uma concessão estadual.

Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar prêmio de R$ 60 milhões

As seis dezenas do Concurso 2.204 da Mega-Sena, sorteadas hoje (4), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, não teve vencedores. O prêmio para o próximo concurso, que será sorteado na quarta-feira (6), está estimado em R$ 60 milhões.

 

Os números sorteados foram 01 – 28 – 29 – 32 – 35 – 56.

 

A quina teve 76 ganhadores que vão receber, cada um, R$ 45.148,15. Acertaram quatro números 5.847 apostadores, que receberão o prêmio individual de R$ 838,34.

 

As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena podem ser feitas até às 19h de quarta-feira. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 3,50.

 

Fonte: Agência Brasil

Polícia Militar Ambiental autua empresa por poluição ao derramar agrotóxico

Policiais Militares Ambientais de Costa Rica autuaram ontem (4) à tarde uma empresa transportadora, com sede na cidade de Paulínia (SP), por derramamento de agrotóxicos, causando poluição do solo e vegetação à margem da rodovia MS 306, nas proximidades da rodovia BR 359, naquele município, a 30 km da cidade.

 

O fato deu-se também ontem (4), depois de um acidente pelo tombamento de um caminhão Tractor Mercedes Benz, com carreta acoplada, pertencentes à empresa, ambos com placas de Rondonópolis (MT), quando embalagens de agrotóxicos da marca Herbicida-Soldier (granulado dispersível) e o Herbicida Aurora 400 EC (concentrado) escorreram pelo acostamento, poluindo o solo e parte da vegetação.

 

O veiculo transportava os produtos perigosos para Cuiabá (MT), para uma filial da empresa. Depois do acidente, o motorista (49), residente em Rondonópolis, não acionou os órgãos estatais e privados competentes, conforme obriga  a ficha de emergência que acompanha o transporte dos produtos. Além disso, a empresa proprietária do caminhão orientou inadequadamente o motorista a contratar mão-de-obra não especializada para ajudar na desobstrução da rodovia, sem todas as proteções adequadas para manipulação da carga perigosa exposta ao chão, expondo os trabalhadores aos riscos do contato com os produtos perigosos.

 

Além disso, a empresa não demonstrou quaisquer cuidados com a contaminação ambiental. A PMA confeccionou um auto de infração administrativo e arbitrou multa no valor de R$ 138.900,00 contra a empresa. Os responsáveis poderão responder por crime culposo de poluição. A pena para este crime é de seis meses a um ano de detenção.

 

A empresa foi notificada a realizar a remoção do material contaminante e a recuperação da área degradada, apresentando os resultados à PMA, que encaminhará os documentos ao Ministério Publico, depois de vistoria, para constatação da recuperação.