Veja como prevenir doenças comuns no verão

De hepatite à dengue, saiba como se precaver de problemas que podem estragar o descanso na estação mais quente do ano

 

Por Fábio de Oliveira, da Agência Einstein

 

Não importa se você vai à praia ou ao campo na época mais quente do ano. No verão, algumas doenças costumam ocorrer com maior frequência. Daí a necessidade de tomar medidas preventivas para o descanso não virar uma dor de cabeça. Conheça alguns dos problemas mais comuns nessa época do ano e estratégias para evitá-los:

 

Bicho-geográfico

 

É o nome popular da larva migrans cutânea. Trata-se de um parasita que tem como hospedeiros naturais os cães e gatos. Ele provoca irritação e prurido na pele dos seres humanos. Logo após esta fase inicial, faz trajetos sinuosos pela pele – daí a alcunha bicho-geográfico. A infecção acontece pelo contato direto com as larvas infectantes existentes no solo contaminado por fezes de animais. Para prevenir, deve-se evitar o contato direto da pele com a areia de locais que porventura tenham sido frequentados por cachorros e bichanos. Por isso, o acesso desses pets à praia ou a tanques de areia precisa ser controlado.

 

Dengue, zika e chikungunya

 

Os vírus responsáveis pelas doenças são transmitidos pela picada do mosquito Aedes aegypti. No verão, o calor e a umidade fazem com que o ciclo de reprodução deles seja mais curto. Por isso, há uma maior quantidade de insetos e, dessa forma, do número de casos de infecções causadas pelos vírus responsáveis pelos respectivos problemas. A melhor forma de prevenção é impedir a picada do mosquito. Para isso, podem ser usados repelentes, roupas que diminuem a área de exposição da pele, além da eliminação dos focos e criadouros das larvas dos insetos. Ou seja, não deixe locais disponíveis para acúmulo de água, como pneus, pratos de plantas e lixo.

 

Hepatite A

 

Falhas no cuidado com os alimentos e com a água podem ser responsáveis por surtos da doença, que, além de diarreia e febre, pode deixar os olhos amarelados. No verão, período com temperaturas elevadas e em que também há eventuais quebras de rotina, o risco é maior, especialmente nas praias, onde o saneamento básico algumas vezes não comporta a chegada dos turistas da estação.

 

A principal forma de prevenir a hepatite A é a vacina. Além disso, lavar as mãos e cuidados adequados na preparação da comida são fundamentais. E ficar de olho na qualidade da água, é claro.

 

Herpes simples

 

Quem tem a doença convive com o vírus o ano todo, mas sofre mais com as crises no verão. O sol em excesso (radiação ultravioleta), dieta inadequada, abuso de álcool, falta de sono, entre outras causas, contribuem para que o aparecimento do micro-organismo seja mais frequente na época do calor – e as feridas em locais como a boca. O tratamento é individualizado, dependendo da extensão da lesão e das características do paciente, podendo variar desde pomadas até comprimidos. Evitar a exposição aos raios do sol e usar protetor solar são importantes também.

 

 

Verminoses

 

Os vermes mais frequentes no período calorento do ano são: áscaris lumbricoides (lombriga), oxiúros, larva migrans cutânea (a do bicho-geográfico), giárdia, ameba, ancilóstoma e trichiurus. Eles encontram no verão as condições ideais para se proliferarem. Afinal, precisam de calor e umidade para que isso aconteça. Locais sem boa infraestrutura de saneamento básico e que, durante a estação, recebem um grande aporte de turistas, favorecem a ocorrência de verminoses. Visitas a praias, piscinas públicas e o consumo de alimentos e água de origem não controlada também podem acabar em dor de barriga.

 

Conjuntivite

 

Essa inflamação atinge a conjuntiva, mucosa que recobre a parte posterior da pálpebra e a esclera (o branco do olho). No verão, tendemos a nos abrigar em ambientes com ar condicionado. Além do ar mais seco, quem trabalha em escritório não desgruda do computador, daí piscamos menos. Esses dois fatores fazem com que a lubrificação natural do olho diminua, o que pode causar o problema. Existem também formas de conjuntivite causadas por vírus, as mais comuns, e bactérias. Aqui, a falta de higiene das mãos auxilia na disseminação dos micro-organismos. Dessa forma, a pessoa que não está contaminada entra em contato com algo tocado por um indivíduo que tem a doença, coça o olho e se infecta também. Por isso, é importante não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalha, roupa de cama e cosméticos. Outro tipo de conjuntivite, a alérgica, é mais frequente em crianças e adolescentes com predisposição a ter à doença. Ar seco e poluição podem ser gatilhos. É importante consultar um oftalmologista e não se medicar quando essa inflamação der as caras, seja de qual tipo for, para a indicação do melhor tratamento. Isso porque o uso indiscriminado de certos colírios está por trás do desenvolvimento de glaucoma e catarata.

 

Micose

 

As micoses são causadas por fungos que estão no meio ambiente. Lugares úmidos e quentes, má higiene, excesso de suor, uso de roupas de banho molhadas por tempo prolongado são algumas das situações que facilitam a contaminação da pele por eles, que se multiplicam no verão. Algumas medidas preventivas envolvem evitar o contato prolongado com roupas úmidas e o uso de tecidos sintéticos nos dias mais quentes, além de não ficar com sapatos fechados por muito tempo. Proteja os pés com chinelos em banheiros públicos, academias, vestiários e saunas. Procure secar bem as dobras do corpo ao sair do banho: virilhas, axilas e espaços entre os dedos das mãos e dos pés. E nada de usar roupas, toalhas ou utensílios de uso pessoal que não sejam seus.

 

 

Fontes: Thiago Zinsly, infectologista, e Adriano Biondi, oftalmologista, ambos do Hospital Israelita Albert Einstein.

 

Foto: ZeroUmInforma/Arquivo

 

Governo Jair Bolsonaro eleva salário mínimo para R$ 1.045; reajuste se deve a inflação mais alta registrada em 2019

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciaram na tarde de hoje (14), em Brasília, que o salário mínimo de 2020 será elevado de R$ 1.039 para R$ 1.045. Uma medida provisória (MP) será editada pelo presidente para oficializar o aumento.

 

“Nós tivemos uma inflação atípica em dezembro, a gente não esperava que fosse tão alta assim, mas foi em virtude, basicamente, da carne, e tínhamos que fazer com que o valor do salário mínimo fosse mantido, então ele passa, via medida provisória, de R$ 1.039 para R$ 1.045, a partir de 1º de fevereiro”, afirmou Bolsonaro no Ministério da Economia, ao lado de Guedes. Presidente e ministro se reuniram duas vezes ao longo do dia para debaterem o assunto.

 

No final do ano passado, o governo editou uma MP com um reajuste de 4,1% no mínimo, que passou de R$ 998 para R$ 1.039. O valor correspondia à estimativa do mercado financeiro para a inflação de 2019, segundo o Índice Nacional do Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, o valor do INPC acabou fechando o ano com uma alta superior, de 4,48%, anunciada na semana passada e, com isso, deixou o novo valor do mínimo abaixo da inflação. Por lei, esse é o índice usado para o reajuste do salário mínimo, embora a inflação oficial seja a medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano de 2019 em 4,31%.

 

“Nós vamos ter que achar os recursos para fazer isso, mas o mais importante é o espírito que o presidente defendeu, da carta constitucional, que é a preservação do poder de compra do salário mínimo”, afirmou Paulo Guedes. Segundo o ministro, com o novo aumento, o impacto nas contas públicas será de cerca de R$ 2,3 bilhões, que poderão ser compensados com uma arrecadação extra prevista pelo governo de R$ 8 bilhões.

 

“Nós já temos, eu prefiro não falar da natureza do ganho, que vai ser anunciado possivelmente em mais uma semana, nós já vamos arrecadar mais R$ 8 bilhões. Não é aumento de imposto, não é nada disso. São fontes que estamos procurando, nós vamos anunciar R$ 8 bilhões que vão aparecer, de forma que esse aumento de R$ 2,3 bilhões vai caber no orçamento”, informou o ministro. Ainda segundo ele, caso não seja possível cobrir o aumento de gasto no orçamento para custear o valor do mínimo, o governo não descarta algum contingenciamento.

 

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

 

O governo estima que, para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao mínimo.

 

Continue reading “Governo Jair Bolsonaro eleva salário mínimo para R$ 1.045; reajuste se deve a inflação mais alta registrada em 2019”

Novo reajuste do mínimo pode ter impacto de R$ 2,13 bilhões no Orçamento

O secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, afirmou hoje (14) que o salário mínimo pode ser reajustado em mais R$ 6 e passar para R$ 1.045, considerando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que fechou 2019 com alta de 4,48%, de acordo com os dados divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse caso, o impacto do reajuste no Orçamento da União para 2020 será de R$ 2,13 bilhões.

 

Ao enviar a medida provisória (MP) do Congresso Nacional, no fim do ano passado, reajustando o mínimo de R$ 998 para R$ 1.039, o governo considerou o INPC de janeiro a novembro e o INPC estimado para dezembro. “A melhor estimativa de mercado que tínhamos no momento foi realizada e foi de aumento nominal de R$ 8”, disse Waldery, em entrevista coletiva no Ministério da Fazenda para a divulgação do Boletim Macrofiscal.

 

Waldery explicou que cada R$ 1 a mais no salário mínimo leva ao aumento de despesa da União em R$ 355 milhões para 2020, por causa da indexação que gera em pagamentos e benefícios como seguro-desemprego, abono salarial, benefício de prestação continuada e Previdência.

 

Segundo o secretário, caso o governo decida pelo reajuste, terá que fazer ajustes também em outras rubricas. “Se for concedido esse aumento, nós teremos, ao longo do ano, em avaliações bimestrais, que considerar esse novo fato, de maneira transparente e cautelosa.” O primeiro relatório bimestral de receitas e despesas do governo deve ser divulgado em 22 de março.

 

Na manhã desta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro disse que há espaço para essa discussão sobre a elevação do salário mínimo para recompor totalmente a inflação. Nesta tarde, Bolsonaro recebe o ministro da Economia, Paulo Guedes, para definir o novo valor e como a medida será encaminhada ao Congresso, que ainda precisa votar a MP que definiu o primeiro valor do salário mínimo.

 

Fonte: Agência Brasil

Estados Unidos elevam alerta de segurança para viagens ao Brasil

O Departamento de Estado dos Estados Unidos elevou o nível de alerta para turistas que viajam para o Brasil e para aqueles que visitam determinadas áreas, como favelas, áreas de fronteira e algumas regiões administrativas do Distrito Federal. A medida foi tomada devido ao aumento do risco de crimes.

 

De acordo com as recomendações de viagem divulgadas hoje (14), o alerta de segurança para o Brasil é nível 2, em que é recomendado aumentar cautela. Os níveis vão de 1 a 4. No caso das áreas especificadas, o nível sobre para 4, em que o governo norte-americano não recomenda a viagem. Funcionários do governo dos Estados Unidos também só podem visitar esses locais com autorização prévia.

 

O comunicado aconselha aos turistas a não visitarem “empreendimentos informais de habitação (comumente referidos no Brasil como favelas, vilas, comunidades e/ou conglomerados) a qualquer hora do dia devido a crimes”, nem mesmo em uma visita guiada. De acordo com o órgão, mesmo nessas comunidades que a polícia ou os governos locais consideram seguros, a situação pode mudar rapidamente e sem aviso prévio. A cautela também se estende às áreas próximas, já que “ocasionalmente, os combates entre gangues e os confrontos com a polícia ultrapassam os limites dessas comunidades.”

 

Distrito Federal

 

Segundo o Departamento de Estado, também não é aconselhado a ida de turistas para as regiões administrativas (conhecidas como cidades satélites) de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá, todas no Distrito Federal, durante a noite.

 

A orientação também vale para regiões a menos de 150 quilômetros da fronteira do Brasil com a Venezuela, Colômbia, Bolívia, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Paraguai. O alerta não se aplica, entretanto, a viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal.

 

Ainda de acordo com o comunicado, no Brasil “crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros, são comuns nas áreas urbanas, dia e noite. A atividade de gangues e o crime organizado é generalizada. Assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e, especialmente, à noite”.

 

Caso o turista decida viajar para o Brasil, o órgão orienta, por exemplo, a estar atento ao entorno e ter mais cuidado em áreas isoladas; não resistir a tentativas de assalto; não caminhar nas praias depois de escurecer; não exibir sinais de riqueza, como relógios ou joias caras; ser extremamente vigilantes em bancos ou caixas eletrônicos; e ter cuidado no transporte público, especialmente à noite. “Os passageiros enfrentam um risco elevado de roubo ou assalto usando transporte público de ônibus municipal em todo o Brasil”, diz a recomendação.

 

Fonte: Agência Brasil

Portaria com novos valores dos benefícios do INSS é publicada no Diário Oficial

Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão reajustados em 4,48%, com validade a partir de 1º de janeiro deste ano. Com o novo percentual de reajuste, o salário de benefício e o salário de contribuição não poderão ser inferiores a R$ 1.039,00, nem superiores a R$ 6.101,06.

 

A Portaria nº 914, de 13 de janeiro de 2020, da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que determina o novo percentual de reajuste, está publicada na edição desta terça-feira (14) do Diário Oficial da União.

 

O rombo do INSS teria sido 84,3% menor em 2015 e 41,8% no ano passado
Os reajustes dos benefícios valem a partir de 1º de janeiro deste ano – Antonio Cruz/Agência Brasil

Com o novo percentual, não terão valores inferiores a R$ 1.039,00 os benefícios de prestação continuada pagos pelo INSS correspondentes a aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte; de aposentadorias dos aeronautas, concedidas com base na Lei nº 3.501, de 21 de dezembro de 1958; e de pensão especial paga às vítimas da síndrome da talidomida.

 

O auxílio-reclusão, por exemplo, a partir de 1º de janeiro de 2020, “será devido aos dependentes do segurado cujo salário de contribuição seja igual ou inferior a R$ 1.425,56, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas”.

 

Com relação ao valor da cota do salário-família por filho até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade, é de R$ 48,62 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.425,56.

 

Fonte: Agência Brasil

Pela primeira vez, Santa Casa de Campo Grande realiza cirurgia que transforma dedo indicador em polegar

A Santa Casa de Campo Grande realizou no último sábado (11), pela primeira vez em Mato Grosso do Sul, o procedimento cirúrgico “Policização do Indicador” que consiste em transferir o dedo indicador da mão para a função do polegar e o paciente passar a ter a funcionalidade de uma “pinça”, movimento de 70% da mão, além de melhorar o visual/estética. A cirurgia foi feita em uma criança de quatro anos que nasceu com a deformidade na mão direita.

 

A cirurgia, que durou três horas, consiste em transplantar o segundo dedo (indicador) com tendões, ossos, músculos, vascularização e inervação e colocá-lo na posição do polegar, ou seja, se transplanta um dedo na função de outro dedo. Esse reposicionamento é importante para a mão conseguir segurar objetos, fazendo o movimento de pinça.

 

A mão continuará com quatro dedos, mas manterá grande parte das funções, permitindo diferentes atividades como escrever. O menino já teve alta hospitalar nesta segunda-feira (13) e durante seis a oito semanas utilizará uma órtese, em seguida será trabalhado com profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional a função motora dos dedos. Ao todo, serão quatro meses de acompanhamento pós-cirurgia para que o paciente seja liberado e tenha uma vida normal.

 

O médico ortopedista responsável pelo procedimento foi Felipe Roth que contou com o auxílio dos ortopedistas,Ana Tereza de Alcântara e Celso Hirakawa, a instrumentadora, Cassiana de Quadros, além da equipe de enfermagem e demais profissionais do centro cirúrgico.

 

Ministério da Agricultura manda recolher todas as cervejas da Backer

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento determinou que a cervejaria Backer retire de circulação todas as suas cervejas e chopes produzidos desde outubro do ano passado até ontem (13). A suspensão da venda se manterá até que fique assegurado que os outros produtos da Backer não estão contaminados. “A medida é para preservar a saúde dos consumidores”, disse o ministério, em nota.

 

Na semana passada, exames laboratoriais realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais identificaram a presença da substância dietilenoglicol em amostras de ao menos dois lotes da cerveja Belorizontina, produzida pela Backer. Uma pessoa morreu e pelo menos dez pessoas foram intoxicadas após consumirem a cerveja.

 

Segundo a própria empresa, o dietilenoglicol não faz parte do processo de produção de suas cervejas. De acordo com o ministério, em nota, não existem evidências laboratoriais de presença da substância em outros produtos da Backer. “Estes produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, acrescentou a pasta.

 

A cervejaria foi interditada pelo ministério, e 139 mil litros de cerveja e 8,4 mil litros de chope já tinham sido apreendidos. Hoje a Polícia Civil informou que um terceiro lote da Belorizontina também está contaminado. Também foram encontrados vestígios das duas substâncias tóxicas nos equipamentos de resfriamento usados na produção da cerveja.

 

Fonte: Agência Brasil

Investimentos e atuação integrada reduzem número de todos os crimes no Estado

As medidas de enfrentamento e prevenção à violência em Mato Grosso do Sul resultaram na diminuição da quantidade dos 12 tipos de crime no último ano. Em média, os índices de criminalidade tiveram queda de 15% no comparativo 2018-2019. Os números foram apresentados nesta terça-feira (14.1) pela cúpula da segurança pública, liderada pelo secretário Antonio Carlos Videira.

 

“Dentro de uma política de redução dos índices de criminalidade, o ano passado foi bastante promissor. Fruto de muita dedicação, de muita integração e também dos investimentos que foram feitos. Começamos a colher os investimentos que fizemos desde o MS Mais Seguro. E para este ano a expectativa é muito boa porque temos aporte financeiro do Fundo Nacional de Segurança Pública, das emendas de bancada, então, temos uma expectativa muito grande de entrega para 2020”, afirmou Videira.

 

O Governo do Estado investiu mais de R$ 130 milhões na segurança pública de Mato Grosso do Sul nos últimos cinco anos, entregando 642 viaturas e 755 armamentos, além de munições, equipamentos de proteção e investimentos em concursos, formação e promoções, entre outros.

 

Os seis melhores resultados alcançados em 2019 foram em relação aos roubos, assim tipificados: em via pública (-58,4%), seguido de morte (-44%), de veículos (-30,2%), estabelecimento comercial (-23,5%), roubo (18,8%), e roubo em residência (-18,6%).

 

Ainda de acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, isso se deve ao trabalho de inteligência, combate ao tráfico de drogas, aumento do policiamento preventivo e ostensivo, fiscalização das principais vias e prisão dos autores de roubos e esclarecimento dos crimes.

 

Homicídios culposo no trânsito e doloso tiveram queda de 7,6% e 11,3%, respectivamente. Furtos caíram 7,3%; furtos em residência, 12,8%; furto em veículo, 4,2%; e feminicídio, 3,1%.

 

Recorde

 

A atuação policial também resultou em mais um recorde de apreensão de drogas. De acordo com os dados da Superintendência de Inteligência, foram apreendidas 367 toneladas, um crescimento de 8% em relação ao ano de 2018. Quase a totalidade (360 toneladas) é de maconha.

 

Participaram da apresentação, além do secretário Antonio Carlos Videira, os comandantes da Polícia Militar, Coronel Waldir Ribeiro Acosta; da Polícia Civil, Marcelo Vargas; do DOF, Coronel Marcos Paulo; do Corpo de Bombeiros, Joilson Alves do Amaral; e o secretário-adjunto C. Barbosa.

Termina na sexta-feira consulta pública sobre saúde bucal do brasileiro

Termina na próxima sexta-feira (17) o prazo para o envio de contribuições à consulta pública do Ministério da Saúde sobre a saúde bucal dos brasileiros. A consulta visa receber sugestões sobre a metodologia a ser aplicada na nova edição da pesquisa SB Brasil 2020, que trata de saúde bucal. Com o estudo, que vai examinar aproximadamente 30 mil pessoas e levantar os principais problemas de saúde bucal, será possível levantar tendências e subsidiar a formulação e aprimoramento das políticas públicas da área.

 

Esse tipo de estudo epidemiológico é realizado a cada 10 anos e a execução da edição de 2020 será feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e as contribuições ao projeto SB Brasil podem ser enviadas por meio de formulário eletrônico.

 

A pesquisa SB Brasil 2020 está em sua quinta edição e visa levantar informações para qualificar o planejamento de políticas e programas de promoção, prevenção e assistência em saúde bucal. Também será uma importante ferramenta para analisar as condições atuais de saúde bucal da população brasileira, após 14 anos do lançamento da Política Nacional de Saúde Bucal – Programa Brasil Sorridente, segundo o ministério.

 

Os quatro levantamentos nacionais, realizados em 1986, 1996, 2003 e 2010, contribuíram para construção da série histórica e da base de dados do perfil epidemiológico de saúde bucal da população brasileira, segundo o ministério.

 

O levantamento será feito em todas capitais do país, no Distrito Federal e em cinco municípios do interior das regiões do Brasil.

 

Segundo o Ministério da Saúde, com o estudo deste ano será possível qualificar o programa Brasil Sorridente, permitindo verificar tendências, planejar e avaliar os serviços de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Fonte: Agência Brasil

 

* Com informações do Ministério da Saúde