Alunas do Sesi ficam em 2º lugar na Olimpíada Brasileira de Astronomia

As estudantes Ana Carolina Menegassi Rocha, 17 anos, Gabriela Ayumi Yoshikawa Zachert, 17 anos, e Gabriela Nagamuta, 17 anos, que são alunas da 3ª série do Ensino Médio da Escola do Sesi de Dourados, conquistaram o 2° lugar na 22ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia Astronáutica (OBA), na categoria Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG). Neste ano, a Olímpiada contou com quase 18 mil escolas cadastradas de todo o Brasil e cerca de 800 mil estudantes dos ensinos Fundamental e Médio.

 

Estreando na competição, Gabriela Nagamuta conta que foi uma experiência incrível e credita a conquista do vice-campeonato à dedicação e muito treino. “Nossa equipe recebeu a recompensa enorme que foram os dias que passamos no Rio de Janeiro. O evento nos proporcionou amizades, conhecimento, a importância de um trabalho em equipe, além de muita diversão. A organização do evento nos recebeu muito bem, tivemos palestras, oficinas, sessão ao planetário, comidas maravilhosas e o principal, os lançamentos, os quais superaram nossas expectativas”, disse.

 

Dividida em quatro níveis, sendo três para alunos do Ensino Fundamental e um para o Ensino médio, a Olimpíada contou com uma prova com dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. Ana Carolina destacou que a competição contou com um clima amigável e não houve pressão por resultados. “Em nenhum momento foi colocada pressão para que os competidores fossem melhores entre si. Mas, sim, para ganhar aprendizado e foi isso que aconteceu. A troca de ideias foi incrível e eu amei tudo. Creio que todos curtiram”, disse.

 

Experiência

 

Na opinião de Gabriela Ayumi, a OBA foi uma experiência muito boa e que possibilitou adquirir novos conhecimento. “Estávamos lá, primeiramente, para descobrir novas coisas e nos divertir e depois para ganhar. Eu agradeço aos professores Wesley, Felipe e Pricilla por nos ajudarem em tudo que precisávamos. Agradeço ao Sesi por nos proporcionar essa maravilhosa experiência”, falou.

 

Para a diretora da Escola do Sesi de Dourados, Sibele Garcia e Silva, participar da OBA é uma experiência ímpar. “Estamos no terceiro ano consecutivo que vamos para o Nacional e somos premiados. É um movimento que os alunos interagem uns com os outros, trocam conhecimentos e experiências nas áreas de física, química, matemática e engenharia. Esse resultado vem nos reafirmar que estamos no caminho certo onde a construção do conhecimento e a prática traz resultados positivos e crescimento”, afirmou.

 

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira e da Agência Espacial Brasileira. Há, ainda no âmbito da competição, um outro evento que tem empolgado os estudantes: a Mostra Brasileira de Foguetes, a MOBFOG. Ao longo dos 20 anos de existência da OBA, cerca de 10 milhões de estudantes já participaram das olimpíadas no Brasil. Os estudantes mais bem classificados representarão o país nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2020.