Covid-19: casos sobem para 21,71 milhões e 605,1 mil mortes; em 24 horas, mais 14.502 novos casos registrados

Os casos de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiram para 21.711.843. Em 24 horas, órgãos de saúde de estados e municípios registraram 14.502 novas pessoas com covid-19. Nesta sexta-feira (21), a soma de casos acumulados estava em 21.697.341.

Ainda há 221.220 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. O número subiu ontem (22) em relação a ontem, quando havia 216.663 casos ativos sendo acompanhados por equipes de saúde.

 

As vidas perdidas para a pandemia foram para 605.139. De ontem para hoje, as secretarias de Saúde confirmaram 460 novas mortes. Ontem, o painel de informações da pandemia marcava 604.679 óbitos.

 

Ainda há 3.041 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas há investigação se a causa foi covid-19.

 

As novas estatísticas foram divulgadas nesta sexta-feira (22), no balanço diário do Ministério da Saúde. O documento consolida informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde.

 

Até ontem, 20.885.484 pessoas já se recuperaram da doença. O número corresponde a 96,2% dos infectados que contraíram a doença desde o início da pandemia.

 

 

Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a manutenção dos dados. Após aos finais de semana ou feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados.

 

Estados

 

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (151.471), Rio de Janeiro (67.905), Minas Gerais (55.367), Paraná (40.127) e Rio Grande do Sul (35.306).

 

Os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.843), Amapá (1.990), Roraima (2.023), Tocantins (3.855) e Sergipe (6.025).

 

Boletim epidemiológico 22.10.2021
Boletim epidemiológico 22.10.2021 – Ministério da Saúde

Vacinação

 

No total, até o início da noite desta sexta-feira, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 266 milhões de doses no Brasil, sendo 152,5 milhões da  primeira dose e 113,4 milhões da segunda dose e dose única. Foram aplicados 4,6 milhões de doses de reforço.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Liberado certificado de vacinação para quem tomou vacinas diferentes

O Ministério da Saúde anunciou ontem (22) a liberação de emissão do certificado de vacinação contra a covid-19 para pessoas que tomaram duas doses de marcas diferentes, a chamada intercambialidade. A emissão poderá ser realizada por meio do aplicativo ConecteSUS.

 

Essa alternativa estava proibida no app. Em nota no início do mês, o ministério reconheceu que o sistema impedia a emissão do certificado e informou que buscaria uma solução para evitar essa limitação.

 

O certificado de vacinação é um documento que o cidadão pode emitir para comprovar que concluiu o ciclo vacinal, seja por meio do recebimento de duas doses na maioria dos casos ou da dose única em se tratando da vacina da Janssen.

 

Intercambialidade

 

De acordo com a nota técnica do Ministério da Saúde, de maneira geral as vacinas contra a covid-19 não são intercambiáveis, ou seja, indivíduos que iniciaram a vacinação devem completar o esquema com a mesma vacina. No entanto, em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele imunizante no país, poderá ser administrada uma de outro laboratório.

 

A segunda dose deverá ser administrada respeitando o intervalo adotado para o imunizante utilizado na primeira dose.

 

Às mulheres que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca/Fiocruz e que estejam gestantes ou no puerpério (até 45 dias pós-parto), no momento de receber a segunda dose da vacina, deverá ser ofertada, preferencialmente, a Pfizer/Wyeth. Caso esse imunizante não esteja disponível na localidade, poderá ser utilizada a vacina Sinovac/Butantan.

 

Contudo, a despeito da orientação do Ministério da Saúde, diversas cidades realizaram a intercambialidade durante alguns períodos diante da alegação de falta de uma determinada marca para aplicar a segunda dose. Foi o caso de São Paulo, que tomou essa decisão em setembro.

 

Agência Brasil publicou matéria explicativa sobre o tema, mencionando orientações das autoridades de saúde nacionais e internacionais e estudos que apontaram possíveis benefícios do uso de marcas diferentes.

 

AGÊNCIA BRASIL

Ministério da Economia indica Paulo Valle para Secretaria do Tesouro

O Ministério da Economia confirmou no início da noite de ontem (22) que o atual subsecretário de Previdência Complementar do Ministério do Trabalho e Previdência, Paulo Valle, assumirá a Secretaria do Tesouro Nacional. 

 

Com especialização em Economia pela George Washington University, Valle é servidor de carreira do Tesouro e tem larga experiência em funções públicas.

 

De 1999 a 2006, Valle foi coordenador-geral de Operações da Dívida Pública. De 2006 a 2015, foi subsecretário da Dívida Pública do Tesouro. De dezembro de 2015 a março de 2018, ocupou a presidência da Brasilprev, subsidiária de previdência complementar aberta do Banco do Brasil.

 

A pasta também anunciou hoje que o ex-ministro do Planejamento Esteves Colnago assumirá o comando da Secretaria Especial de Tesouro e Orçamento.

 

Exoneração

 

Os ex-titulares do Tesouro e Orçamento Bruno Funchal, e do Tesouro Nacional Jeferson Bittencourt, pediram exoneração de seus cargos nesta quinta-feira.

 

A secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo, também pediram exoneração.

 

Em nota, o Ministério da Economia informou que as decisões foram de ordem pessoal.

 

AGÊNCIA BRASIL

Mudanças no teto não abalarão fundamentos fiscais do país, diz ministro

As mudanças no teto federal de gastos para financiar parte do Auxílio Brasil não abalarão os fundamentos fiscais do país, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em declaração conjunta ao lado do presidente Jair Bolsonaro, ele disse preferir ter a gestão avaliada com uma nota mais baixa para ajudar a população mais vulnerável.

“Entendemos os dois lados, mas não vamos tirar 10 em política fiscal e zero em política social. Preferimos tirar 8 em fiscal, em vez de tirar 10, e atender os mais frágeis”, afirmou o ministro. “Nós preferimos um ajuste fiscal um pouco menos intenso e um abraço do social um pouco mais longo. É isso que está acontecendo.”

Acompanhado de Bolsonaro, Guedes negou ter pedido demissão do cargo, após quatro secretários terem pedido exoneração. O presidente visitou o Ministério da Economia para aliviar as tensões após a decisão do governo de encaminhar ao Congresso uma proposta que muda o período de cálculo do teto de gastos para acomodar o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil que vigorará até o fim de 2022. 

 

Fundamentos

 

Segundo o ministro, os fundamentos econômicos continuarão sólidos, mesmo com o Brasil adiando o ajuste fiscal inicialmente previsto para o próximo ano. Ele destacou que o governo federal gastou 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas primárias em 2020, por causa da pandemia de covid-19, e gastará 19,5% neste ano, retornando aos níveis de 2019.

De acordo com Guedes, o novo benefício social terá impacto de 1% do PIB nos gastos do próximo ano, adiando o ajuste fiscal. “Em vez de [gastar] 17,5% [do PIB] no ano que vem, que parece apertado demais, vamos ajudar os brasileiros e reduzir o ritmo do ajuste fiscal. [Agora] cai para 18,5% [em 2022]”, disse. O déficit primário – resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública – ficaria entre 1% e 1,5% do PIB no próximo ano, em vez de ser zerado.

A proposta original do Projeto da Lei Orçamentária de 2022 (PLOA), enviada no fim de agosto, previa déficit primário de 0,6% do PIB para o próximo ano. Com o impacto do Auxílio Brasil, o texto terá de ser alterado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso (CMO).

O financiamento do programa também depende da conclusão da reforma do Imposto de Renda no Senado. Para entrar em vigor, a medida depende da liberação de R$ 84 bilhões em despesas no próximo ano fora do teto de gastos. Esse montante não acomodaria apenas o benefício de R$ 400, mas também abriria espaço no Orçamento para a execução das emendas aprovadas pelo relator do Orçamento na CMO.

O espaço fiscal viria da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite parcelar os precatórios (dívidas reconhecidas pela Justiça em caráter definitivo). O texto foi aprovado ontem pela comissão especial da PEC dos Precatórios na Câmara dos Deputados, já com uma emenda que muda o cálculo do índice que corrige teto de gastos para a inflação acumulada entre janeiro e dezembro do ano anterior, em vez de julho de dois anos antes e junho do ano anterior.

 

Justificativa

 

Segundo Guedes, o governo precisa agir para ajudar a população mais pobre, que passa dificuldades com a inflação dos alimentos e com o aumento do preço do gás de cozinha e da energia elétrica. “Todo mundo está dizendo que o povo está tendo dificuldade de comer, de comprar o gás de cozinha. Por isso, vamos reduzir o ritmo do ajuste fiscal”, justificou o ministro. “O teto é um símbolo, mas não vamos deixar as pessoas com fome.”

O ministro comentou ainda a renúncia do secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e do secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt. De acordo com ele, os dois técnicos queriam que o valor do Auxílio Brasil ficasse em R$ 300, mas a ala política tinha pedido um valor maior, cabendo ao governo chegar a um meio-termo. “Cabe ao presidente [Bolsonaro] fazer essa arbitragem e cabe a mim fazer a avaliação de até onde pode ir.”

Guedes, no entanto, advertiu que um benefício a partir de R$ 500 por mês prejudicaria a economia. “Se [o Auxílio Brasil] for para R$ 500, R$ 600, R$ 700, esquece, aí não dá mesmo e nós vamos desorganizar a economia.”

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Morte violenta intencional atinge 6,97 mil crianças e adolescentes por ano no país

O Brasil teve uma média de 6,97 mil mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes por ano nos últimos cinco anos. Segundo o Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, divulgado ontem (22), entre 2016 e 2020 foram ao menos 34,9 mil mortes violentas intencionais contra pessoas de até 19 anos de idade. Somente no ano passado, foram 4.739 casos, menor número da série histórica.

 

O estudo é uma parceria do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A partir das análises dos boletins de ocorrência de todos os estados, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, o fórum sistematizou as informações sobre a violência contra essa parcela da população.

 

Adolescentes

 

A maior parte das mortes atingiu adolescentes entre 15 e 19 anos de idade. Foram 31 mil casos nessa faixa etária. Essas vítimas têm um perfil predominantemente masculino (92%) e negro (79%). A maioria dessas mortes foi causada por arma de fogo (85%) e classificada como homicídio (87%). No entanto, também aparecem como razão das mortes os feminicídios (1%) e as intervenções policiais (10%). Em 2020, o índice de mortes causadas por ação policial chegou a 15%, ficando em 44,4% no estado de São Paulo.

 

Na faixa entre 10 e 14 anos de idade, o perfil ainda é parecido com o dos adolescentes mais velhos – 78% são do sexo masculino, 80% negros e 75% das mortes causadas por arma de fogo. Entre as crianças, há uma mudança do perfil, das vítimas de 5 a 9 anos de idade, 55% são meninas, e, de até 4 anos de idade, 35% são do sexo feminino. As armas de fogo foram usadas em 47% das mortes de 5 a 9 anos de idade, e em 45% das crianças de até 4 anos de idade.

 

Outros fatores indicam as diferenças entre os crimes envolvendo as crianças e os adolescentes. Na faixa etária de 5 a 9 anos de idade, 76% conheciam o agressor. Entre 15 e 19 anos de idade, o autor da morte é desconhecido em 56% dos casos. Muda também o local da violência, de 5 a 9 anos de idade, em 31% das vezes acontece dentro de casa, percentual que cai para 13% em relação aos jovens de 15 a 19 anos de idade. Nessa faixa etária, 46% das mortes acontecem na rua.

 

“São mortes com características diferentes. Nós precisamos olhar de forma diferente para esses dois fenômenos”, disse a pesquisadora do FBSP Sofia Reinach. Enquanto entre as crianças a maior parte das mortes vem da violência doméstica, entre os adolescentes as vítimas sofrem especialmente com a violência urbana.

 

Apesar das agressões dentro de casa serem a causa mais importante das mortes entre crianças, elas também são vítimas da violência urbana, como ressalta a diretora-executiva do fórum, Samira Bueno. “Tem casos de 0 a 9 anos que acontecem de dinâmicas da violência urbana. Não é o padrão, mas acontece, sim, criança que morreu baleada voltando da escola para a casa”, disse.

 

Falta de dados

 

Os jovens negros são maioria das vítimas também entre as faixas etárias mais baixas, representando 58% das mortes de até 4 anos de idade, 68% de 5 a 9 anos de idade, e 80% de 10 a 14 anos de idade. Esse dado, assim como outros analisados para o estudo, foram, entretanto, prejudicados pela falta de padronização no preenchimento dos boletins de ocorrência. Em 30% dos documentos não há informação sobre raça ou cor das vítimas.

 

Outras informações, como a idade anotada apenas por faixa, não exata, e a falta de informações sobre arma e local, são elementos que dificultam o trabalho de pesquisa, segundo Bueno. “É um esforço para pressionar as autoridades públicas na melhoria da qualidade da informação, que muitas vezes o profissional que está na ponta nem reconhece o quanto importante é”, disse Samira Bueno. De acordo com ela, o próprio número de mortes de crianças e adolescentes pode estar subdimensionado devido a esses problemas.

 

Violência sexual

 

O estudo analisou ainda os dados de estupros contra crianças e adolescentes. Foram registrados 179,27 mil casos entre 2017 e 2020 em todos os estados. A maioria das vítimas (81%) tinha menos de 14 anos de idade. A faixa entre 10 e 14 anos de idade é a que concentra mais notificações – 74,4 mil. Entre as crianças mais jovens, de até 4 anos de idade, foram 22,1 mil casos.

 

As meninas são a maioria das vítimas entre todas as faixas de idade, respondendo por 78% dos casos até 4 anos. Esse percentual aumenta para 91% entre 10 e 19 anos de idade.

 

A residência da vítima é o lugar onde a maior parte dos crimes acontece, em 67% dos casos envolvendo crianças de até 4 anos de idade e em 53% quando com adolescentes entre 15 e 19 anos de idade. Do total de crimes analisados, o agressor é conhecido em 86% dos registros.

 

Os pesquisadores lembram que o estupro é um crime que “notoriamente” tem alto índice de subnotificação, ou seja, parte dos crimes não chega a ser registrado nas delegacias. Para além disso, o grupo identificou muitas falhas nos boletins de ocorrência feitos em 2016, o que levou a opção de só levar em consideração as informações a partir de 2017. “Quanto mais antigos os registros, mais imprecisos e incompletos são os dados informados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública”, destaca o texto da pesquisa.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Em novo boletim, Mato Grosso do Sul volta a registrar mortes por Covid-19; Estado já soma 9.628 óbitos

Mato Grosso do Sul voltou a registrar mortes provocadas por Covid-19 no boletim desta sexta-feira (22). Foram dois novos óbitos, resultando em uma média móvel de 1,3 nos últimos 7 dias.

 

As mortes confirmadas são de uma mulher de 59 anos, de Campo Grande, doente cardiovascular, que faleceu na quarta-feira (20), e de um idoso terenense, de 67 anos, sem comorbidades, finado em 6 de abril.

 

Desde o início da pandemia, Mato Grosso do Sul contabiliza 9.628 óbitos.

 

Já a taxa de contágio permanece estável em 0,84. Isso significa que um grupo de 100 contaminados transmite a doença para 84 pessoas.

 

E por conta de um ajuste no banco de dados, o número de casos confirmados foi negativo: -25.

 

Os dados são checados e corrigidos diariamente e em alguns casos são encontrados erros como casos cadastrados como confirmados, mas que na verdade haviam sido descartados, além de lançamentos em duplicidade.

 

Na live desta sexta-feira (22) o secretário de Saúde, Geraldo Resende, voltou a pedir para que as pessoas não deixem de tomar todas as doses das vacinas contra Covid-19.

 

“Faço o chamamento novamente àqueles que não tomaram as duas doses, que o façam. O enfrentamento da Covid é de todos. A vontade própria não pode sobrepor a da sociedade. Aos idosos, o recado é que é importante iniciar a dose de reforço. Queremos continuar entre primeiro e segundo lugar dos que mais vacinam, mas o que mais importa é ter a nossa população protegida”, finalizou.

 

Confira o boletim epidemiológico completo aqui.

MS: Final de semana tem previsão de tempestade com ventos de até 100 km/h

Depois da tempestade de areia e vendaval que provocou inúmeros transtornos e estragos em Mato Grosso do Sul, a meteorologia novamente prevê tempestade para o final de semana.

 

Previsão assinada pela coordenadora do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima, Valesca Fernandes indica que entre a sexta-feira (22) a noite e domingo (24) há probabilidade de chuvas com tempestades acompanhadas de raios, rajadas de vento entre 50km/h a 100Km/h.

 

A forte incidência de temporais gera risco de vendaval e a possibilidade de novo episódio de levantamento de poeira, segundo o Climatempo. Os modelos meteorológicos indicam acumulados de 75mm para Campo Grande em poucas horas no domingo (24). De forma geral, o estado deve registrar entre 50 e 80 mm.

Essas condições serão provocadas por uma combinação de fatores, como o deslocamento de um sistema de baixa pressão com origem no Paraguai, ao avanço de um sistema frontal, a passagem de cavados, além do transporte de umidade e calor.

 

“Entre hoje (23) e domingo (24), há probabilidade de temporal, com acumulados de chuvas mais significativos e tempestades no estado”, explica.

 

 

Confira no mapa elaborado pelo Cemtec, as condições de tempo e temperatura para esta sexta-feira.

 

Alertas Defesa Civil

 

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul conta com um serviço de SMS que dispara alertas diversos para o cidadão cadastrado.

O serviço oferecido gratuitamente é uma ferramenta importante pois os alertas vêm com orientações. Para aderir ao sistema, o cidadão deve enviar mensagem de texto para o número 40199 com o CEP da residência.

A partir do cadastro, o telefone e o endereço são automaticamente incluídos na lista de envio dos alertas sempre que houver risco de desastres naturais na região indicada.

Vale ressaltar que a ferramenta não se trata de previsão do tempo, mas de alertas que serão enviados sempre que houver situação que requeira atenção especial ou medidas preventivas.

Agepan busca tarifa mais justa para o saneamento de Mato Grosso do Sul

A Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) realizou estudo técnico de revisão das tarifas de água e esgoto sanitário nos 67 municípios atendidos pela Empresa de Saneamento de MS (Sanesul). O objetivo é revisar os métodos e procedimentos utilizados para a definição da tarifa média nos próximos três anos, a fim de proporcionar à população um preço justo mantendo a qualidade do serviço.

Para o diretor-presidente da Agepan, Carlos Alberto de Assis, “esse modelo busca a eficiência, o equilíbrio econômico e o compartilhamento para melhorar de todas as formas a tarifa da água e do esgoto para a população”.

A Sanesul é responsável pelo abastecimento no Estado e tem realizado investimentos nos últimos dois anos para melhorar os atendimentos. A companhia apresentou ações estratégicas que ampliaram o sistema de esgotamento sanitário, elevando a cobertura do serviço para 55% da população atendida.

De acordo com a diretora de saneamento da Agência, Marilucia Pereira Sandim, o processo de revisão tarifária de água e esgoto praticado pela Sanesul foi realizado em tempo recorde pela Agência Reguladora.

“Trata-se de um estudo complexo que envolve uma grande equipe multidisciplinar. A consolidação deste estudo traz segurança aos usuários de que os serviços continuarão a ser executados com regularidade e qualidade, e ainda que as metas de universalização de esgotos serão cumpridas. A classe mais vulnerável da população continuará a receber subsídios, com tarifas diferenciadas, permitindo que todos possam se beneficiar desses serviços”, explica.

Municípios atendidos

 

A Agepan regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 68 municípios de Mato Grosso do Sul, são eles: Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Anastácio, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó,  Camapuã,  Caracol,  Coronel Sapucaia, Chapadão do Sul , Corumbá, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão e Guia Lopes da Laguna.

Também fazem parte do convênio os municípios de Iguatemi, Inocência, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jardim, Jateí, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rio Brilhante, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Sete Quedas, Sidrolândia, Sonora, Tacuru, Taquarussu, Terenos e Vicentina.

Processo

 

Segundo a coordenadora da Câmara de Regulação Econômica de Saneamento da Agepan, Iara Sônia Marchioretto, o estudo fundamentado pela Agência reúne em notas técnicas com diversos temas importantes relacionados ao abastecimento e esgotamento, que se fez necessário para que o serviço continue chegando com qualidade e bom preço para todos nos próximos anos.

“Essas notas levam em consideração as classes econômicas, a tarifa social e a vulnerabilidade das famílias, o equilíbrio entre os recursos necessários à cobertura dos custos dos serviços, e a capacidade de pagamento dos usuários. Além disso, os custos necessários para operação dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento do esgoto, e despesas administrativas também fazem parte da revisão, além de bens necessários à operação dos serviços de abastecimento, como por exemplo, máquinas e outros equipamentos”, explica Iara.

Para a coordenadora, foram considerados também a Quota de Reintegração Regulatória que é necessária para recompor os ativos nas condições ideais de operação. A Base de Remuneração dos Ativos consiste na taxa de retorno sobre o capital fixo aplicado e o de giro necessário.

Controle social

 

Dentro do estudo, a Agepan estabeleceu uma meta para reduzir os litros de água tratada que são perdidos, como por exemplo, nas estações de tratamento, geralmente causados por desgastes na tubulação e posteriormente vazamentos. Atualmente, segundo dados da Agência, são perdidos 292 litros, por ligação, por dia.

“Com a redução, os usuários ganham na tarifa, pois não se está remunerando a ineficiência. As perdas físicas por vazamentos precisam ser controladas e por isso, a Agepan está intervindo no processo, visando a qualidade dos serviços prestados”, afirma a Coordenadora de Saneamento.

A meta da Agência Reguladora é reduzir 7,72 litros, por ligação, por dia. De modo que os usuários também precisam ter a consciência de comunicar vazamentos, sempre que acontecer, para que o recurso não acabe, garantindo a saúde e o bem-estar de hoje e das próximas gerações.

A Agepan quer ouvir você

 

As metodologias e documentos que fundamentaram os estudos citados na reportagem estão disponíveis no site da Agepan através de Consulta Pública – Saneamento. No mesmo espaço, continuam abertas as participações dos usuários neste processo até o dia 21 de outubro.

Oferta de lances para leilão de maquinários da SAD já está disponível

A oferta de lances para os 31 lotes de maquinários que serão leiloados pela Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) já está disponível no site www.mariafixerleiloes.com.br. O certame está agendado para o dia 04 de novembro, às 9h, e tem entre os itens motoniveladoras, pá carregadeira, trator de esteira, além de tanques de betume e combustíveis.

De acordo com a leiloeira oficial dos bens, para participação e oferta de lances eletrônicos, os interessados deverão fazer cadastro prévio no site. A orientação é de que o cadastro e envio da documentação necessária constante no edital, seja efetuada em até 24 horas antes do leilão, evitando assim, problemas na liberação. Ainda conforme a leiloeira, no dia do certame os lotes serão abertos de forma sucessiva e subsequentes com intervalos de dois minutos. Para que haja encerramento da arrematação do lote, este deverá permanecer por um minuto sem receber outra oferta.

Quanto a vistoria dos bens, pode ser feita até o dia 03 de novembro, de segunda a sexta-feira, com exceção de feriados, na Agesul, localizada na Avenida Redentor, 1008, Jardim Noroeste em Campo Grande.